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22

de
setembro

CONTAMINAÇÃO NA INDUSTRIA ALIMENTÍCIA

Revestimento de titânio elimina contaminação na indústria de alimentos
A contaminação de produtos é uma das maiores preocupações da indústria de alimentos. Agora, pesquisadores ingleses descobriram que a utilização de titânio nas superfícies de trabalho, como mesas e áreas de corte, pode praticamente eliminar a contaminação por bactérias que se desenvolvem e se espalham no próprio ambiente industrial.
Abrasão no aço inoxidável
O material mais utilizado nos equipamentos da indústria de alimentação é o aço inoxidável. Contudo, a prática mostra que esse material não é imune à abrasão e ao desgaste induzidos pelo contato constante com ferramentas como facas, serras e materiais de limpeza.
A chave para a eliminação da contaminação é a manutenção da limpeza das áreas de trabalho. Mas a abrasão cria micro fissuras nas mesas e áreas de trabalho de aço inoxidável que são prontamente colonizadas pelas bactérias.
A bactéria Listeria, por exemplo, fica retida em fissuras de apenas 0,5 micrômetro de espessura, mesmo depois da higienização padrão da indústria. Já os Staphylococcus fixam-se em ranhuras medindo 1 micrômetro de largura.
Mesas de titânio
O problema pode ser prontamente solucionado com a adoção de titânio nessas áreas de trabalho, na forma de um revestimento colocado sobre o aço das mesas. Além de ser mais resistente à abrasão, diminuindo drasticamente a criação das ranhuras por abrasão, as bactérias têm mais dificuldade de se fixar ao titânio.
As descobertas também indicam que o revestimento de titânio pode ter um papel crucial na redução da fixação da E. coli nas superfícies de contato com os alimentos; as células de E. coli fixam-se muito mais ao aço inoxidável do que ao titânio.
Contaminação na indústria de alimentos
As pesquisas afirmam que as industrias fabriquem equipamentos mais seguros e mais eficientes, evitando a contaminação dos alimentos.
Contaminantes que entrem no ambiente poderão facilmente se espalhar no interior das fábricas, devido à utilização das mesmas áreas de trabalho para o manuseio de matérias-primas vindas de diversas fontes. Patricia - patricia-adm2005@hotmail.com

22

de
setembro

AS DEFESAS QUÍMICAS DOS HOSPITAIS

Todos os dias, sem que a maioria de nós perceba, uma verdadeira legião de pessoas trava uma árdua batalha com inimigos invisíveis. De um lado, estão seres prontos a atacar ao menor descuido. De outro lado, homens e mulheres atentos ao menor sinal de perigo. A estratégia de combate a esses seres, que têm a capacidade de se multiplicar rapidamente aos milhões, é composta de três ações básicas: limpeza, desinfecção e esterilização, e as armas empregadas na batalha são químicas.
Sim, é isso mesmo. As "armas" químicas são essenciais no combate a microorganismos capazes de colocar em risco a saúde humana. Em nosso dia-a-dia, poucos de nós percebemos a importância da utilização de produtos químicos, em nossos lares e locais de trabalho, como, por exemplo, o quaternário de amônio, com capacidade desinfetante. Além, é claro, de produtos como o alquil benzeno sulfonato de sódio, empregado para a remoção de restos de gordura e de resíduos de todas as espécies — o meio ambiente preferido por 10 entre 10 microorganismos.
Em hospitais e clínicas, essa é uma questão levada muito a sério. Quem já não ouviu falar em infecção hospitalar? Pois é, para combater esse risco, além de profissionais especialmente treinados, os hospitais contam com uma importante aliada: a Química.
Alguns produtos e sua utilização básica:
Hipoclorito de sódio: é utilizado na desinfecção de artigos de plástico, vidro e borracha e na descontaminação de superfícies em geral.
Fenóis: são empregados na limpeza e desinfecção de paredes e pisos em locais de alto risco, como os centros cirúrgicos.
Glutaraldeído: desinfetante e esterilizante, é muito utilizado na desinfecção de objetos sensíveis ao calor, como lentes de instrumentos médicos, artigos metálicos e de plásticos.
Peróxido de hidrogênio: mais conhecido como água oxigenada, que é um germicida que pode ser utilizado, na lavagem de roupas ou de ferimentos, e os detergentes enzimáticos para lavagem do instrumental cirúrgico.
A Química, vive em constante lita contra germes e bactérias, e está sempre no front da batalha contra microorganismos que ameaçam a saúde humana. Uma batalha que, como sabemos, exige a participação de todos nós para ser vencida todos os dias.
Karina-Kaká
kaka-jurere@hotmail.com

22

de
setembro

GRIPE AVIÁRIA - PREVENÇÃO E COMBATE

Como todo o animal os frangos também sofrem de gripe. Eles costumam ser atingidos por várias espécies de vírus que em geral só atacam aves e não causam sintomas muito graves.
Nos últimos anos, porém, surgiu um novo tipo de vírus, muito mais perigoso, batizado de H5N1. Pra começar, ele é transmitido por aves migratórias, o que aumenta o perigo de propagação. Também é mais violento, podendo matar suas vitimas em poucos dias. O que mais assusta, no entanto, é poder atacar o homem.
Como surgiu?
A doença foi identificada pela primeira vez na Itália, há cerca de 100 anos. Acreditava-se que a gripe só infectava aves até que os primeiros casos humanos foram detectados em Hong Kong, em 1997. Na época, todas as aves - em torno de 1,5 milhão - foram mortas em três dias. Especialistas acreditam que a medida foi decisiva para conter a epidemia.

Como evitar?
• Mantenha as aves saudáveis;
• Tenha água e comida para as aves dentro do galinheiro; (para que elas não saiam atrás de alimentos).
ü Separe-as por espécies; (por exemplo, os patos, cisnes, e os gansos devem estar separados das galinhas).
• Reduza o numero de pessoas que possa entrar no galinheiro; (porque elas podem trazer o vírus nas roupas e calçados, se tiverem aves doentes).
• Mantenha o galinheiro fechado para que outras aves não entrem;
• Lave as mãos e as solas do sapato com água e sabão antes e depois de entrar no galinheiro;
• Se comprar aves mantenha-as longe das outra por uma semana. ( observe se não há sintomas da gripe)
Sintomas nas aves:
• Cabeça inchada, crista e barbilhões azulados; (dizer o que é “barbilhões”).
• Plumagem eriçada;
• Sintomas nervosos;
• Diarréia;
• Associados à queda e produções de ovos;
• Mortalidade elevada e súbita. (suspeitar da gripe se morrer em menos de 24 horas um nº. elevado de aves)
Transmissão:
• Contato direto com a ave infectada; (principalmente fezes).
• Através do ar;
• Água, alimentos e roupas contaminadas.
Sintomas:
• Febre alta;
• Dores musculares;
• Dificuldades e problemas respiratórios
• Ressecamento da garganta;
• Tosse;
• Problemas oculares (conjuntivite)
(Os sintomas da gripe aviaria são semelhantes ao de uma gripe comum. Portanto se uma pessoa apresentar tais sintomas deve recorrer a um médico.).
Tratamento:
Não existe um tratamento capaz de curar uma pessoa infectada. A medicina ainda está criando varias vacinas que ainda estão em fase de teste. Existem apenas alguns remédios capazes de diminuir a intensidade da doença com o Tamiflu e o Relenza.
(Os remédios devem ser utilizados até 48 horas depois do contagio para melhor eficiência.).
Principais dúvidas:
1. O vírus resiste a qualquer temperatura?
Não. Geralmente ele predomina em temperaturas baixas. Sobrevive até mais de 30 dias a 0º. E só 4 dias a 22º. C.

2. Pode-se comer carne de aves?
Sim, depois que a carne é fervida não contém mais o vírus. Comer os ovos, derivados e frango assado também não oferece riscos.

3. É seguro dar comida aos pombos?
Sim, não há perigo algum.

4. E os canários, periquitos que criamos?
É só mantê-los em casa.

5. Animais infectados:
Todas as aves, mas principalmente os patos, frangos e perus são os infectados. Às vezes até os porcos são atacados.

6. Como as pessoas pegam à gripe aviaria?
Através do contato direto com as aves.

7. Existem quantos tipos de vírus?
Existem 15 tipos de vírus. Mas o vírus que ataca os humanos é o H5N1.

8. Por que os cientistas estão preocupados?
Há receios que uma pessoa que já esteja engripada (com a gripe humana), ao contrair a gripe aviaria crie um novo vírus que possa ser mais forte e ainda ser transmitido de uma pessoa para outra.

9. O que tem sido feito para conter o vírus?
Várias aves são sacrificadas para evitar que o vírus se espalhe
10. Qual a proteção necessária para lidar com as aves?
Respiradores, luvas descartáveis, vestimentas de proteção e óculos de segurança.
Débora Maria -
deby-go17@hotmail.com

21

de
setembro

ESTERILIZAÇÃO POR MEIO FÍSICO

Por calor seco 

A esterilização através do calor seco pode ser alcançada pelos seguintes métodos:
Flambagem: aquece-se o material, principalmente fios de platina e pinças, na chama do bico de gás, aquecendo-os até ao rubro. Este método elimina apenas as formas vegetativas dos microrganismos, não sendo portanto considerado um método de esterilização.
Incineração: é um método destrutivo para os materiais, é eficiente na destruição de matéria orgânica e lixo hospitalar.
Raios infravermelhos: utiliza-se de lâmpadas que emitem radiação infravermelha, essa radiação aquece a superfície exposta a uma temperatura de cerca de 180O C.
Estufa de ar quente: constitui-se no uso de estufas elétricas. É o método mais utilizado dentre os de esterilização por calor seco.
O uso do calor seco, por não ser penetrante como o calor úmido, requer o uso de temperaturas muito elevadas e tempo de exposição muito prolongado, por isso este método de esterilização só deve ser utilizado quando o contato com vapor é inadequado. Cabe observar também que o uso de temperaturas muito elevadas pode interferir na estabilidade de alguns materiais, como por exemplo o aço quando submetido a temperaturas muito elevadas perde a têmpera; para outros materiais como borracha e tecidos além da temperatura empregada ser altamente destrutiva, o poder de penetração do calor seco é baixo, sendo assim a esterilização por este método inadequada.
Os materiais indicados para serem esterilizados por este método são instrumentos de ponta ou de corte, que podem ser oxidados pelo vapor, vidrarias, óleos e pomadas.

Equipamentos
Como o processo de esterilização em estufas de ar quente é o método mais utilizado dentre os de esterilização por calor seco, iremos descrever o equipamento utilizado neste método, que é a estufa ou forno de Pasteur. Estes são equipados com um termômetro que mostra temperatura do interior da câmara; um termostato, onde se programa a temperatura desejada; uma lâmpada que mostra a situação de aquecimento ou a estabilização da temperatura interna da câmara; algumas com um ventilador para promover a circulação do ar, garantindo um aquecimento rápido e uniforme na câmara (estufas de convecção mecânica). Não há um controlador de tempo, este controle é feito pelo operador do aparelho.
As estufas podem ser divididas em dois tipos: as de convecção por gravidade e a de convecção mecânica.
As estufas de convecção por gravidade possuem uma resistência elétrica na parte inferior da câmara e um orifício na parte superior onde ocorre a drenagem do ar frio que é empurrado pelo ar quente à medida que o ar esquenta dentro da câmara. Neste processo qualquer obstáculo que esteja no caminho dificulta a circulação do ar, interferindo na uniformidade da temperatura na câmara.
As estufas de convecção mecânica possuem um dispositivo que produz movimento do ar quente, favorecendo a circulação do ar uniformemente e limitando a variação da temperatura nos vários pontos da câmara em 1o C. Este tipo de estufa reduz o tempo necessário para que se atinja a temperatura ideal para a esterilização.

Eficiência do processo
Higienizar convenientemente os artigos a serem esterilizados;
Aquecer previamente a estufa;
Utilizar embalagens adequadas;
Não colocar na estufa artigos muito pesados e volumes muito grandes para não interferir na circulação do ar, as caixas não devem conter mais de 50 peças;
Evitar sobrepor artigos;
Marcar o início do tempo de exposição quando o termômetro marcar a temperatura escolhida;
Evitar que o termômetro toque em algum dos artigos dentro da câmara;
Não abrir a estufa durante a esterilização.

Controle de falhas no sistema
Para se evitar falhas no processo deve-se observar os cuidados citados acima além de cuidados como:
Não distribuir os artigos no interior da câmara, não deixar que toquem as paredes do interior do equipamento, deixar também um espaço entre os materiais, para favorecer a circulação do ar;
No invólucro deve ser adequado para este tipo de esterilização e para o material a ser esterilizado. As embalagens mais utilizadas são as caixas metálicas, papel alumínio e frascos de vidro refratário;
Os artigos a serem esterilizados devem possuir boa condutividade térmica. Como já foi mencionado, materiais não termorresistentes não devem ser esterilizados por este método, como os tecidos, borrachas e papéis.
Enga. Beatriz Dantas-
bia.cleaning@hotmail.com

14

de
setembro

ESTERILIZAÇÃO POR MEIO FÍSICO

Com vapor saturado sob pressão

O processo de esterilização pelo vapor saturado sob pressão é o método mais utilizado e o que maior segurança oferece ao meio hospitalar.
O vapor pode ser obtido em vários estados físicos, sendo as mais comuns:
Vapor saturado: é a camada mais próxima da superfície líquida, encontra-se no limiar do estado líquido e gasoso, podendo apresentar-se seca ou úmida.
Vapor úmido: é normalmente formado quando o vapor carrega a água que fica nas tubulações.
Vapor super aquecido: vapor saturado submetido à temperaturas mais elevadas.
Para a esterilização o tipo de vapor utilizado é o vapor saturado seco, uma vez que o vapor úmido tem um excesso de água que torna úmidos os materiais dentro da esterilizadora; já o vapor super aquecido é deficiente de umidade necessária para a esterilização. O vapor saturado seco é capaz de circular por convecção permitindo sua penetração em materiais porosos.
A produção do vapor utilizado na esterilização requer alguns cuidados como a água utilizada para a produção do vapor, esta deve estar livre de contaminantes em concentração que possa interferir no processo de esterilização, danificar o aparelho ou os produtos a serem esterilizados.

Equipamentos
Os equipamentos utilizados para este método de esterilização são as autoclaves. Estas constituem-se basicamente de uma câmara em aço inox, com uma ou duas portas, possui válvula de segurança, manômetros de pressão e um indicador de temperatura. Elas podem ser divididas em dois tipos:
Autoclave gravitacional: o ar é removido por gravidade, assim quando o vapor é admitido na câmara, o ar no interior desta, que é mais frio (mais denso), sai por uma válvula na superfície inferior da câmara. Pode ocorrer a permanência de ar residual neste processo, sendo a esterilização comprometida principalmente para materiais densos ou porosos.
Autoclave pré-vácuo: o ar é removido pela formação de vácuo, antes da entrada do vapor, assim quando este é admitido, penetra instantaneamente nos pacotes.

consultor@consulimp.net - Osmar Viviani

10

de
setembro

EPI – Equipamento de Proteção Individual

ATENÇÃO - Luvas

Porque usar:
 Para proteção das mãos.

Como utilizar:
 Certifique-se que suas mãos estejam limpas e secas antes de
calçar;
 Remova anéis, pulseiras e relógio;
 Dobre os punhos (isto evita que produtos químicos escorram
para os braços).

Cuidados necessários:
 Lave as luvas antes de retirá-las das mãos;
 Certifique-se que o interior da luva está seco antes de reutilizá-la;
 Jamais secar próximo a fontes de calor e nem tão pouco ao sol;
 Não reutilize luvas que estejam danificadas;
 Ao final das atividades guarde-as em local adequado.

Higienização das Luvas:
• As luvas devem ser lavadas diariamente, no término do trabalho.
• Lavar as luvas nas mãos com sabão ou detergente neutro;
• Retirar lavar por dentro com sabão ou detergente neutro;
• Enxaguar bem;
• Deixar secar pelo lado contrário, sempre pendurada pelos dedos.
• Jamais secar as luvas próximas a fontes de calor.

Importante: 32% dos acidentes de trabalho no Brasil são causados nas mãos. 


MATÉRIA ENVIADA POR  Regiane Espindula -

coordenadora da qualidade
regiane.espindula@terra.com.br

 

10

de
setembro

Cloro, Hipoclorito de Sódio e Água Sanitária.

É comum a dúvida de definições entre Cloro, Hipoclorito de Sódio e Água Sanitária. Tal confusão acontece até com pessoas ligadas à indústria de cloro-soda. Por isso, resolvemos abordar nessa edição, a pedido de um de nossos leitores, a diferença entre os três produtos.
O Cloro é obtido por meio da eletrólise (decomposição de substâncias por eletricidade) da solução de Cloreto de Sódio (sal comum) e água. Sua forma inicial é de gás, mas após ser comprimido a baixa temperatura, transforma-se em um líquido claro de cor âmbar. E é nesta forma que chega às estações de tratamento de água e às industrias, que o utilizam como matéria-prima para o branqueamento de celulose, fabricação de PVC e de produtos para o tratamento de piscinas. O cloro é também utilizado como matéria-prima na produção de Cloreto de Hidrogênio, Ácido Clorídrico, Dicloroetano e Hipoclorito de Sódio.
O Hipoclorito de Sódio (“hipo”) é um produto obtido a partir da reação do cloro com uma solução diluída de soda-cáustica. O produto comercial, utilizado somente pelo setor industrial – como na fabricação de desinfetantes para indústria de alimentos -, é uma solução líquida que contém de 10% a 13% de cloro ativo.
Uma forma de expressar a concentração é, por exemplo, “13% de hipoclorito de sódio”, ou ainda dizer, “13% de cloro ativo”. Isso significa que essa solução tem “força” equivalente a essa quantidade de cloro. A confusão acontece porque o “hipo” é popularmente conhecido (erroneamente) como “cloro”.
O hipoclorito de sódio, em alta concentração, só é comercializado no atacado e chega ao consumidor doméstico somente na forma de Água Sanitária.
A Água Sanitária é uma solução que contém 2.5% de cloro ativo em água.
Assim a dona de casa que usa “Cândida”, “Globo”, ou “Q-Boa”, está utilizando água sanitária na limpeza de banheiros, desinfecção dos alimentos, limpeza da caixa d´água etc., e não “cloro”, como costuma-se ouvir. A água sanitária, mesmo sendo diluída, possui forte poder germicida.
Curiosidade: quando utilizado na desinfecção de água potável, a concentração de cloro é da ordem de 0.0002%, um percentual 12 mil e 500 vezes menor que seu teor na água sanitária.

* Atenção: a utilização de Cloro e Hipoclorito de Sódio concentrado só deve ser realizado sob a supervisão de um técnico habilitado.

Osmar Viviani   -   consultor@consulimp.net
www.consulimp.net

 

6

de
setembro

NECROTÉRIOS - RESÍDUOS

Sendo os serviços de saúde responsáveis pelo correto gerenciamento de todos os RSS por eles gerados, atendendo às normas e exigências legais, desde o momento de sua geração até a sua destinação final, nosso trabalho facilitará a redução da quantidade de sacos utilizados, colaborando inclusive para a redução da incidência de acidentes ocupacionais, dentre outros benefícios à saúde pública e ao meio ambiente.

Com relação a adequação dos resíduos, nas respectivas normas técnicas, de MANEJO, implantaremos:

1 – SEGREGAÇÃO - Consiste na separação do resíduo no momento e local de sua geração, de acordo com as características físicas, químicas, biológicas, a sua espécie, estado físico e classificação.

2 – ACONDICIONAMENTO - Consiste no ato de embalar corretamente os resíduos segregados, de acordo com as suas características, em sacos e/ou recipientes impermeáveis, resistentes à punctura, ruptura e vazamentos.

3 - IDENTIFICAÇÃO – conjunto de medidas que permite o reconhecimento dos resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecendo informações ao correto manejo dos RSS. A identificação deve estar aposta nos sacos de acondicionamento, nos recipientes de coleta interna e externa, nos recipientes de transporte interno e externo, e nos
locais de armazenamento, em local de fácil visualização, de forma indelével, utilizando-se símbolos baseados na norma da ABNT, NBR 7.500 – Símbolos de Risco e Manuseio para o Transporte e Armazenamento de Materiais, além de outras exigências relacionadas à classificação e ao risco específico de cada grupo de resíduos.

4 – TRANSPORTE INTERNO - consiste no traslado dos resíduos dos pontos de geração até o local destinado ao armazenamento temporário ou à apresentação para a coleta externa. O transporte interno de resíduos deve ser realizado em sentido único, com roteiro definido e em horários não coincidentes com a distribuição de roupas, alimentos e medicamentos, períodos de visita ou de maior fluxo de pessoas. O transporte interno de resíduos deve ser feito separadamente e em recipientes específicos a cada Grupo de resíduos. Os recipientes para transporte interno devem ser constituídos de material rígido, lavável, i

5 - TRATAMENTO - consiste na aplicação de método, técnica ou processo que modifique as características biológicas ou a composição dos RSS, que leve à redução ou eliminação do risco de causar doença. O tratamento pode ser aplicado no próprio estabelecimento gerador ou em outro estabelecimento, observadas nestes casos, as condições de segurança para o transporte entre o estabelecimento gerador e o local do tratamento. Os sistemas para
tratamento de resíduos de serviços de saúde devem ser objeto de licenciamento ambiental, por órgão do meio ambiente e são passíveis de fiscalização e de controle pelos órgãos de vigilância sanitária e de meio ambiente.

Os demais aspectos como
ARMAZENAMENTO EXTERNO, COLETA E TRANSPORTE EXTERNOS, DESTINAÇÃO FINAL, E RESPONSABILIDADES, serão apreciados e desenvolvidos conforme determinação.

Todos estes assuntos, serão implantados de acordo com a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, que poderá contar com nossa efetiva participação.
POSTADA POR OSMAR VIVIANI - consultor@consulimp.net -  www.consulimp.net

5

de
setembro

Cozinhas Industriais

As cozinhas industriais, não permitem que os auxiliares de limpeza, cuidem da higienização dos acessórios e utensílios, deixando essas tarefas a cargo dos auxiliares diretos da cozinha.

Nos locais onde se manipulam alimentos, a limpeza deve ser excelente, não existindo nenhum vestígio de sujeira, porque esta abriga micróbios (bactérias) que causam as doenças transmitidas pelos alimentos.

Para que a limpeza de uma cozinha industrial seja realizada com a máxima perfeição, devemos ter alguns cuidados especiais, utilizando produtos, acessórios e equipamentos destinados a este processo de higienização, pois isso irá inibir a formação de culturas reprodutivas de germes e bactérias. Portanto tudo que for utilizado na limpeza destes ambientes, deverá ser de uso exclusivo, e em hipótese alguma ser usado em outros ambientes.

Encontramos em uma cozinha, sujidades incrustadas, como: gorduras, restos de comida, migalhas, doces, temperos, poeira, restos de matérias primas, e uma infinidade de componentes que são sem dúvida alguma, alimentos excelentes para as bactérias, que tantas doenças causam às pessoas.

O objetivo da limpeza técnica, e restaurar os padrões de higiene e limpeza nos locais de manipulação de alimentos.

Nomenclatura usual nos serviços de limpeza de áreas de manipulação de alimentos:

Limpeza: é a eliminação de terra, restos de alimentos, pó ou outras matérias indesejáveis.

Contaminação: entende-se como a presença de substâncias ou agentes estranhos de origem biológica, química ou física, que se considere como nociva ou não para a saúde humana.

Desinfecção: é a redução, por intermédio de agentes químicos ou métodos físicos adequados, do número de microorganismos no prédio, instalações, maquinaria e utensílios, a um nível que impeça a contaminação do alimento que se elabora.

Procedimentos:

1- Varrer todo o ambiente, removendo todos os restos de alimentos e produtos.
2- Retirar todos os resíduos das lixeiras da cozinha, removendo para o local determinado, e higienizar as lixeiras, com muito sabão e desinfetante.
3- Começar a limpeza sempre pelas paredes, de cima para baixo, cuidando para não molhar as tomadas, porém deixando os rejuntes perfeitamente limpos.
4- Desengordurar e lavar os utensílios como bancadas, coifas, exaustores, pias, mesas, panelas,etc, com o auxílio das fibras de limpeza.
5- As portas e janelas pelo lado de dentro, devem ser também limpas quando da limpeza das paredes.
6- Lavar os pisos com detergente concentrado e fibras especiais, para remoção.

Osmar Viviani -  consultor@consulimp.net

5

de
setembro

LIMPEZA EM ACADEMIAS

A idéia central de que academias devem ser ambientes saudáveis e confortáveis, vincula-se aos conceitos de segurança e bem estar, que por sua vez estão intimamente ligados aos conceitos de plena higiene e limpeza.
Por isso, quando os clientes optam por uma ou outra academia, tem entre suas principais preocupações, escolher um local limpo e organizado, que são atributos indispensáveis para o bem-estar e a cultura física. Esses atributos dependem da manutenção do local, tarefa em que são considerados importantes os produtos químicos, os equipamentos e acessórios, e a mão de obra super qualificada, para a preservação dos critérios de beleza física do local, além de travarem enormes “batalhas” no combate ‘a proliferação de microorganismos.
Salientamos que a higiene e a limpeza, além de serem imprescindíveis para a segurança da saúde dos clientes, são fatores que agregam valor à freqüência da clientela, diante da competitividade. Com o aumento do número de academias e estabelecimentos congêneres, a taxa de ocupação está correlacionada ao tipo e qualidade de ambientes que esses estabelecimentos oferecem.
Importante que sejam traçados planos de trabalho, iniciando-se pelos seguintes itens:

1. Metragem das salas de espera.
2. Condições de higiene e limpeza do complexo.
3. Existência de bebedouros públicos (localização e quantidade).
4. Existência de sanitários públicos e em que quantidade.
Estes itens são fundamentais, pois nestes locais estão muitos pretensos clientes, em visita as instalações, portanto a limpeza deve ser tão eficaz quanto nos locais de uso pelos clientes ativos.
Os critérios de trabalho das equipes de higienização das academias, podem variar, porém os pontos de observação devem ser sempre avaliados e acrescidos de maiores cuidados nas inspeções rotineiras, a saber:
Verificação periódica destes pontos:

1. Em que periodicidade é realizada a limpeza e a desinfecção dos bebedouros e a troca dos seus filtros.
2. Em que periodicidade é realizada a limpeza completa e a desinfecção dos sanitários públicos.
3. No caso de academias que forneçam toalhas, como é realizada sua higienização e o que é feito com os restos de sabonete.
4. Em que periodicidade é realizada a varrição nas instalações e qual equipamento é utilizado.
5. Existência de programa especial para limpeza em dias de maior afluxo de pessoas (p.ex.: vésperas de feriados, inicio de verão, fins de semana etc.
6. Existência de lixeiras, número, tipo e qual a forma de acondicionamento do lixo após recolhimento.
7. Com relação ao depósito externo de lixo, onde está localizado, qual o tipo de construção, o tipo de revestimento de paredes e pisos, a existência de ralo, de ponto de água para higienização e dispositivos que impeçam a ocorrência de catadores, animais e proliferação vetores na área.
8. Onde é realizado o armazenamento do lixo que será recolhido. Como estão as condições de higiene do local. Quem realiza esta coleta.

Verificação de estrutura de apoio

1. Existência de equipamentos de proteção individual para o pessoal responsável pela limpeza.
2. Onde localiza-se o vestiário destes funcionários e quais instalações possui (armários, chuveiros, sanitários etc.).
3. Existência de local específico para que estes funcionários realizem suas refeições.
4. Onde este pessoal armazena o material utilizado na limpeza.
Já mencionamos a importância das instalações na preservação deste cliente, portanto, a equipe de higienização tem que ser formada por pessoas comprometidas com a qualidade em todas as fases do processo de limpeza.
Os pisos, são super avaliados, pois demonstram a higiene do local, e os riscos e manchas devem ser removidos sempre, e com eficiência. Uma das formas de preservação destes locais, é com a instalação de barreiras de contenção (capachos sintéticos), que auxiliam muito a manutenção. Está provado que eles retêm aproximadamente 60% das sujidades soltas pelo ambiente.
Ainda com relação aos pisos, se forem sintéticos para a prática de atividades esportivas, a manutenção é facilitada pois não há necessidades de produtos específicos, basta água, sabão e um desinfetante de qualidade para evitar a proliferação microbiana, proveniente de suor e de gorduras do corpo.
As áreas onde as aulas ocorrem, devem ser limpas com maior freqüência, pois entre as aulas é necessário que a equipe realize uma operação “pente fino”, limpando pisos, espelhos e instrumentos ou aparelhos, cuidando sempre para que não fiquem vestígios de suor e de gordura, que torna-se desagradável para os próximos usuários.
Um dos locais mais preocupantes das academias, são os vestiários e sanitários, onde a limpeza deve ser realizada de forma a não incomodar os freqüentadores, porém com a freqüência e a qualidade desejada.
Um dos pontos principais de higienização das academias é o que se refere aos vestiários / sanitários, sendo a limpeza um processo único, em termos de qualidade e freqüência, e só tendo o diferencial da limpeza dos armários e Box de chuveiros, demonstramos a seguir os procedimentos de higienização do sanitários com a correta operação.
Osmar Viviani - consultor@consulimp.net

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