CONSULIMP - Consultoria e Treinamento

e-mail - consultor@consulimp.net - www.consulimp.net

19

de
março

“Alcunhas” dos “apelidos” dos cargos

Observamos que as denominações dadas às funções são em virtude do prisma “científico e automático” do trabalho, e não para o enfoque “arte” do mesmo.

Desta forma, encontramos diretores: médico, industrial e de marketing; gerentes: de banco, financeiro, de produção, de vendas, operacional; chefes: de equipes e de setores; supervisores, e outros.

Percebemos que nas designações mencionadas, a única que não está conduzindo e indicando o “lado científico” (a atividade a ser realizada) é a do supervisor, porque as demais propagam e registram o departamento (coisa) ou atividade e tarefa (coisa) a ser executada, e nunca o “lado humano” do trabalho; e mesmo nesta exceção o que se salienta é que, quando o aspecto humano (arte) é resgistrado, o que se quer na verdade é fiscalização.

Fazendo um parenteses, para analisar melhor o significado da palavra  “supervisor”, realço ser este o  único exemplo que conheço de qualificação de uma função que, aparentemente, não está voltada para o aspecto automático (mecânico) do trabalho.

O que significa a palavra supervisor? Antigamente, muitas empresas utilizavam os termos inspetor ou fiscal, que significa ser “aquele de vistoria, fiscaliza e inspeciona”, e atualmente adotam o termo supervisor.

Mudaram de inspetor para supervisor, mas basicamente, o significado é o mesmo, pois supervisionar e inspecionar são quase sinônimos perfeitos, portanto mudamos o nome, mas não o objetivo. Segundo o Aurélio, significa: “dirigir, orientar, inspecionar em plano superior”, e isto pode até ser real, pois nas indústrias, o supervisor é instalado fisicamente em uma posição elevada, para poder ver deste plano superior o que está sendo executado nas linhas de produção abaixo.

A partir deste entendimento, pergunto: é exatamente este procedimento, o de um supervisor operacional? Ele se instala em um plano superior e fica vendo o que e como o colaborador executa?

Evidente que não, pois se adotar esta postura, algo de muito importante estará deixando de ser executado, porque a tendência desse posicionamento não será trabalhar junto ou trabalhar com, mas trabalhar para, ou seja, o colaborador estará trabalhando para o supervisor e não, como seria o desejável e correto, com ele.

O que as empresas esperam dos supervisores operacionais do segmento de limpeza, não é que fiquem olhando de cima, mas treinando e desenvolvendo a capacidade dos colaboradores para que consigam melhores resultados. Errada e infelizmente fomos buscar na indústria essa designação e a aplicamos em empresas de serviços de limpeza, sem a devida formatação muitas vezes.

Os gerentes de departamentos atuais, teriam  a mesma visão e compreensão de seu trabalho se fossem chamados de gerentes de colaboradores?

Claro que não seria a mesma coisa, pois estariam mais voltados para o aspecto realmente importante de seu trabalho de liderar colaboradores, (particularmente prefiro edificar pessoas) do que para o lado “cuidar dos resultados”, ficando os colaboradores em um plano secundário, como ocorre hoje, até porque temos que aprender e entender, definitivamente, que estes resultados são sempre pela competência dos colaboradores e não das coisas.

Quando ouvimos que os colaboradores são o grande patrimônio das organizações, achamos super válido. Contudo este conceito “patrimonial” começa a ser lançado por terra neste exato momento em que chamamos as chefias por designações que demonstram exatamente o contrário, ou seja, estamos mostrando às pessoas que o importante é a atividade (vendas, compras, finanças e outras) e não os colaboradores (vendedores, compradores, auxiliares).

Ora, chefes de coisas?

Até quando?

Osmar Viviani

19

de
março

Por que julgamos mais importante a obediência do que a inteligência?

Muitas vezes, quando faço essa pergunta aos gerentes ou gestores, me respondem: “porque fica mais cômodo, e evita aborrecimentos!” Entretanto, é justamente ao contrário, pois fica sendo muito menos cômodo, pois obriga a um só gestor, ser o único a pensar por todos, sempre.

       
         Muito provavelmente você assistiu o filme A Sociedade dos Poetas Mortos, protagonizada pelo Robin Willians que desempenha um professor de literatura, e numa cena, outro professor comenta com ele o seguinte: “Vi você dando aula de poesia na quadra de bola ao cesto, o seu método é bem original e diferente!”  Ao que ele responde: “é sim, faço isso porque entendo que ensinar é ensinar a pensar!”. O outro professor então retruca: ”Na idade deles? É uma temeridade!”

 

        Esta cena descreve exatamente o que percebemos em muitas empresas ou departamentos. Na maior parte delas, os gestores parecem ter receio que as pessoas aprendam a pensar, e querem dominar tudo pelo poder.

 

        É evidente que há exceções, e exceções não são regras, são simples excessões.

 

        Imagine se ouvíssemos a seguinte expressão: “Chefe, desculpe, mas eu pensei”!  Um absurdo, mas quer dizer que se pensar tem que se desculpar. E o que acarreta isto? As pessoas pensam (todas elas), mas não dizem para o chefe.

 

        Como já mencionamos, existem situações aonde a inteligência chega a ser excluída do ambiente da organização, porque por incrível que pareça ela não significa só soluções e evoluções, ela traz também turbulências. E então, quanto menos as pessoas tentarem mudar o que já existe, e quanto mais se encaixarem e se padronizarem, melhor para todos, pois menos mudanças terão.

 

        Absurdo, como se fosse possível evoluir sem mudar!

 

        Em outras empresas por mais incrível que possa parecer, quanto mais o colaborador se despersonalizar e se omitir, mais bem avaliado será, pois, usa-se o conceito, “ele é bem mandado”, e ouvimos citações absurdas como estas:

 

a-   Fulano? Puxa vida, ele é ótimo sempre, muito bom, é super fácil liderá-lo!

b-   Beltrano? Sem chance, pelo amor de Deus, ele vive “criando casos” e querendo fazer as coisas a seu modo. É um “horror” trabalhar com ele.

c-   Sicrano ? Acho que você ficou louco, mas eu não. Não lembra o que ele fez com o chefe anterior? Não deu sossego enquanto não conseguiu mudar aquele procedimento. Comigo ele não trabalha de forma alguma.

 

         Certa vez, estava numa consultoria comercial, acompanhando a reformulação das equipes de vendas, com a participação de supervisores e gerentes que deveriam dividir os vendedores em equipes.

 

         Todos já conheciam muito bem os componentes do departamento.

 

         A reunião demorou algumas horas, pois não havia consenso, até que um dos gerentes sugeriu retirar da lista todos aqueles “difíceis” (a expressão é claro que foi outra). E assim foi feito, isto é, fizeram uma listinha com os nomes dos chatos.

 

         Excluídos estes, ficou fácil e conseguiram “montar” três das quatro equipes, mas ficou a questão, do que fazer com os que sobraram. Eu presenciando tudo aquilo, levantei-me e disse para um dos supervisores: “fulano, fique com esses todos, eles serão sua equipe”. 

 

         Neste momento, ouvi coisas de todos os tipos:

 

- Esse cara tá doido;

- Vai ficar louco com eles;

- Tá querendo bancar o herói;

- Só fez isso porque quem vai supervisionar é fulano;

- Prá ele é fácil, é consultor, vai embora amanhã e deixa a bomba pro supervisor.

 

         Pois bem, o supervisor acabou aceitando minha sugestão e ficou com a equipe dos discriminados.

 

         Adivinhe quem cumpria todas as metas e objetivos? É claro que era esta equipe, porque eles eram, na verdade os únicos que sabiam vender efetivamente. O problema era fazê-los trabalhar focados exclusivamente nas vendas, o que nem sempre era fácil, pois estavam viciados em “achar problemas nos outros departamentos”,  mas uma vez conseguido o foco, ninguém produzia mais do que eles.

 

         Uma coisa era bem verdade, eles davam muito trabalho ao supervisor e gerente, mas, e os outros também não davam? Davam, e muito mais, porque simplesmente não produziam, mas ninguém quis os que sabiam vender.

 

         Quantas e quantas vezes alguns gestores estão tomando decisões sobre posicionamentos de outros, pensando exclusivamente em si mesmos, e não na empresa e ou nos resultados que precisam ser realizados?

 

         A questão é pra se pensar e corrigir: porque valorizamos mais a obediência do que a inteligência? 

9

de
novembro

Reservatório d’água - Limpeza, Desinfecção

A qualidade da água fornecida pela rede pública é garantida, mas é preciso cuidar das caixas e reservatórios, para que ela não se contamine. Além de mante-la sempre fechada para evitar que insetos e pequenos animais entrem em contato com a água, a limpeza da caixa deve ser feita periodicamente evitando que os resíduos, que normalmente se formam no fundo, causem doenças como diarréia, verminoses e hepatite.
A orientação técnica sobre a limpeza, desinfecção e a conservação de caixas d’água, é proveniente da Vigilância Sanitária do próprio município ou da Diretoria de Vigilância Sanitária – DIVS.

A limpeza e desinfecção deve ser realizada quando o reservatório estiver sujo; quando houver suspeita ou confirmação de poluição da água do reservatório; quando algum objeto ou animal cair dentro do reservatório. Periodicamente, como medida preventiva, onde o intervalo máximo entre as lavagens de limpeza deve ser de 6 meses.

A aplicação do desinfetante, deverá ser feita após a limpeza, com o reservatório cheio e adicionar, por intermédio de um recipiente de plástico, água sanitária, respeitando a relação 1 litro do produto para cada 1000 litros de água do reservatório, promovendo a agitação do líquido, de modo a promover uma adequada homogeneização da solução desinfetante com água do reservatório.
É necessário que o volume do reservatório seja conhecido, e para tanto, multiplique as medidas da altura, comprimento e largura e depois este resultado multiplique por 1000, e o resultado final será a capacidade total do reservatório.
Para efetuar a lavagem do Reservatório de Água, é interessante que sejam seguidos os pontos abaixo:
1. Programar com antecedência o dia da lavagem da sua caixa (reservatório) d’água. Escolher de preferência, finais de semana em que não hajam compromissos agendados;
2. Verificar e ter certeza de que a escada que dá acesso à caixa está bem posicionada e que não há o risco de escorregar.
3. Fechar o registro da entrada de água no imóvel, ou impedir a entrada de água amarrando a bóia.
4. Armazenar água da própria caixa para usar enquanto estiver fazendo a limpeza, mantendo no fundo da caixa um palmo de água.
5. Tampar as saídas, para poder usar este palmo de água do fundo, e para que a sujeira não desça pelo ralo, entupindo válvulas de descarga.
6. Utilizar um pano úmido para levar as paredes e o fundo da caixa. Se a caixa for de fibrocimento substituir o pano úmido por uma escova de fibra vegetal ou de fio de plástico macio. Nunca usar escova de aço, vassoura, sabão, detergente ou outros produtos químicos.
7. Retirar a água da lavagem e a sujeira com uma pá de plástico, balde e panos, e secar o fundo com panos limpos e evitando passá-los nas paredes.
8. Ainda com a saída da caixa fechada, deixar entrar um palmo de água e adicionar dois litros de água sanitária. Deixe por duas horas e use esta solução desinfetante para molhar as paredes com a ajuda de uma brocha, balde ou caneca de plástico.
9. Verificar a cada 30 minutos se as paredes secaram. Se isso tiver acontecido, faça quantas aplicações da mistura forem necessárias até completar duas horas.
10. Não usar esta água de forma alguma por duas horas.
11. Passadas as duas horas, ainda com a bóia amarrada ou o registro fechado, abrir a saída da caixa e a esvaziar. Abrir todas as torneiras e acionar as descargas para desinfetar todas as tubulações da casa.
12. Procurar usar a primeira água para lavar o quintal, banheiros e pisos.
13. Tampar bem a caixa para que não entrem insetos, sujeiras ou pequenos animais. Isso evita a transmissão de doenças. A tampa tem que ter sido lavada antes de ser colocada no lugar.
O esvaziamento deverá ser realizado, de preferência, mediante a abertura de todos os pontos de utilização de água do imóvel (torneiras, vaso sanitário etc.), de modo a promover a desinfecção das tubulações. Esta água não deverá ser utilizada como bebida ou para higiene pessoal.
Encher novamente o reservatório e utilizar sua água normalmente.

Os cuidados gerais em relação à limpeza dos reservatórios de água, são:
A desinfecção do reservatório implica na manutenção da mesma qualidade da água que chega no cavalete.
Na compra e escolha do produto químico empregado, utilizar somente aquele de procedência confiável com registro expedido pelo Ministério da Saúde.
Não utilizar produtos químicos adquiridos de vendedores ambulantes e outros não confiáveis.
Armazenar o produto químico conforme instruções do fabricante, tendo o cuidado de colocá-lo longe do alcance de crianças e animais.

No preparo da solução diluída de cloro utilizar sempre luvas e recipientes de plástico ou vidro, nunca metálicos, pois o cloro ataca os metais.
Quanto à limpeza das paredes do reservatório, ter sempre o cuidado de ter escova e botas limpas; e manter sempre afastados crianças e animais no preparo e realização da desinfecção.

Osmar Viviani
consultor@consulimp.net

 

31

de
outubro

Limpeza de Aeronaves - introdução

Quando executamos limpeza das partes externas das aeronaves devemos seguir os procedimentos descritos nos manuais de manutenção da aeronave em questão. Existem vários problemas associados com lavagens utilizando procedimentos impróprios, especialmente quando estes são efetuados com lavagens sobre alta pressão de água e agentes de limpeza. As lavagens utilizando alta pressão não são recomendadas para limpeza das partes externas das aeronaves incluindo trem de pouso e motores. Este tipo de limpeza remove graxa dos rolamentos das rodas, pode danificar a pintura das áreas expostas ao jato de água, remove os agentes lubrificantes dos pinos e das buchas das articulações das tesouras dos trens de pouso, provocam infiltração de água pelos furos de drenagem da fuselagem além de prejudicar as articulações dos pinos das dobradiças das comportas dos trens de pouso. Um spray acentuado próximo ao compartimento de aviônicos pode facilitar a penetração de umidade criando condições para formação de corrosão nos componentes eletrônicos e danos aos componentes elétricos que estiverem instalados naquela seção. Antes do início da execução da limpeza devemos tomar os seguintes cuidados :

1 - Consultar o manual de manutenção para obter conhecimento dos procedimentos citados no mesmo.

2 - Verificar, junto ao capitulo 12 do manual de manutenção, as localizações dos pontos de lubrificação das partes externas como articulações do trem de pouso dobradiças, articulações das portas de acesso, fechaduras, rodas, freios, regiões dos rolamentos das fixações dos controles de vôo, trilhos dos flapes, trilhos dos slats, etc. Após o reconhecimento, deve ser evitado a pulverização dos agentes de limpeza nestes pontos.

3 - Assegure que todas as tomadas estáticas e tubos de pitot estão com capas protetoras para evitar a infiltração de água. Muito cuidado deve ser tomado quando for utilizado tapes para proteger estas partes. Devemos usar fitas de cores vermelho ou laranja e tamanho de fácil visualização para evitar esquecimento das mesmas após a limpeza.

4 - Assegure que a porta de acesso, janela de emergência e as janelas de mau tempo estão corretamente fechadas.

5 - Use somente os produtos de limpeza recomendados pelo manual de manutenção tomando o cuidado de usar o agente certo para cada região indicada. Na maioria dos manuais de manutenção é indicado o uso de sabão neutro misturado com água e uma esponja de celulose. Detergentes pesados podem provocar a perda de brilho da pintura, seguido de "envelhecimento" precoce da superfície.

6 - É de extrema importância conhecer os cuidados que devem ser tomados durante a limpeza dos pára-brisas e janelas. Estas partes são suscetíveis a riscos e danos provocados por ataques químicos causados por limpeza inadequada. Nunca utilize vassouras e panos que tenham sido usados na limpeza de outras áreas da aeronave para limpar os pára-brisas e janelas, pois estes podem conter impurezas como poeira e outras partículas abrasivas que podem arranhar estes componentes. O ideal para limpeza dos pára-brisas e janelas é o uso de água corrente para remoção de impurezas com o auxilio das mãos tomando o cuidado de remover anéis e alianças antes do início do trabalho.

7 - Evite que a solução de sabão e água seque na aeronave, isto poderá provocar manchas na pintura.

8 - Nunca use panos que foram utilizados nos trem de pouso para limpezas em outro pontos da aeronave.

9 - Após a limpeza da aeronave verifique se não houve infiltrações de água, seque as partes possíveis, remova todas as fitas ou protetores instalados e verifique se existe algum ponto que deve ser lubrificado na aeronave.
Osmar Viviani - consultor@consulimp.net

30

de
setembro

ESTERILIZAÇÃO POR GLUTARALDEÍDO

O glutaraldeído é um dialdeído saturado - 1,5 pentanedial. Em solução aquosa apresenta pH ácido e não é esporicida. As formulações que são utilizadas possuem outros componentes para que a solução passe a ter esta ação. As formulações encontradas são:

solução ativada:
é adicionada uma substância ativadora, o bicarbonato de sódio, que torna a solução alcalina (pH 7,5 a 8,5), tendo então atividade esporicida.

solução potencializada:
utiliza uma mistura isomérica de álcoois lineares, possui um pH de 3,4 a 3,5. Essa mistura à temperatura ambiente possui função esporicida baixa e se aquecida a 60oC torna-se esporicida em exposição por 6 horas.

Mecanismo de ação

O glutaraldeído tem potente ação biocida, é bactericida, virucida, fungicida e esporicida. Sua atividade é devida a alquilação de grupos sulfidrila, hidroxila, carboxila e amino dos microrganismos alterando seu DNA, RNA e síntese de proteínas. A atividade esporicida se deve ao fato do glutaraldeído reagir com a superfície do esporo, provocando o endurecimento das camadas externas e morte do esporo.

Pode ser utilizado para a esterilização de artigos termo-sensíveis que não possam sofrer esterilização pelos processos físicos como: enxertos de acrílico, cateteres, drenos e tubos de poliestireno.

O glutaraldeído tem sido muito utilizado para desinfecção de alguns equipamentos como endoscópios, conexões de respiradores, equipamentos de terapia respiratória, dialisadores, tubos de espirometria e outros; para este fim o tempo de exposição é de 30 minutos. Ele não é utilizado como desinfetante de superfície por seu custo ser elevado e por ser muito tóxico.

Cuidados no uso : O material a ser esterilizado deve ser muito bem lavado e seco, se estiver infectado realizar desinfecção prévia. Feito isso o material pode então ser colocado na solução de glutaraldeído tomando-se os seguintes cuidados:

imergir totalmente o material na solução, evitar a formação de bolhas, o recipiente no qual os materiais serão imersos deve estar esterilizado e deve ser preferencialmente de vidro ou plástico;

tampar o recipiente, e marcar o início da esterilização;

manusear os materiais com uso de luvas ou pinças e máscara, se possível;

enxaguar por três vezes os materiais após a esterilização, utilizando água ou soro fisiológico estéreis, tomando cuidado para se evitar contaminação dos materiais;

o material deve ser utilizado imediatamente.

O tempo de esterilização é preconizado pelo fabricante e varia de 8 a 10 horas.

Vantagens: A utilização do glutaraldeído apresenta as seguintes vantagens:

pode ser utilizado na descontaminação de artigos infectados antes da esterilização, pois age na presença de matéria orgânica;

não altera materiais como plástico e borracha, nem dissolve o cimento de lentes de instrumentos ópticos e não interfere na condutividade elétrica de equipamentos de anestesia gasosa, pois possui em sua formulação antioxidantes;

não é contaminado por microrganismos;

não descolora os materiais;

à temperatura ambiente mantém sua estabilidade;

por ser menos volátil que o formaldeído, libera menos vapores irritantes e odor forte;

não é irritante para pele e mucosas, mas pode provocar dermatite de contato.

Toxicidade: O limite máximo de glutaraldeído no ar é de 0,2 ppm, podendo então causar irritação nos olhos, garganta e nariz.

Uma ventilação adequada, fechamento hermético dos recipientes onde se realizam as esterilizações podem minizar esses efeitos. Após a esterilização o enxague cuidadoso é muito importante para se evitar reações nos pacientes decorrentes de resíduos de glutaraldeído.

Osmar Viviani - consultor@consulimp.net

30

de
setembro

Sala Limpa – Conceitos Básicos Introdutórios:

Salas limpas, são locais onde a qualidade do ar em seu interior é mantida e preservada, através do controle absoluto dos níveis de contaminação e partículas, dentro dos parâmetros (limites) definidos por normativas, para as atividades exercidas no local.
Sala Limpa ou Clean Room, é um local de utilização restrita, onde se obter no ar do ambiente, o mais baixo nível de partículas em suspensão, restritas à dimensões previamente estabelecidas.

Os hospitais foram os precursores das salas limpas. Cientistas e cirurgiões, descobriram há muitos anos que as bactérias e as infecções estavam intimamente ligadas. Iniciaram então, a redução substancial das infecções, utilizando como anti-séptico, solução de ácido fênico nos instrumentos, no ar e nas mãos dos cirurgiões.
Nos hospitais, a área que requer maior atenção no controle das condições de assepsia do ambiente, são os ambientes cirúrgicos.
A maior quantidade de bactérias encontradas nos centros cirúrgicos, vem da equipe cirúrgica, sendo resultante de suas atividades durante os procedimentos operatórios. Durante uma cirurgia, a maioria dos membros da equipe cirúrgica está próxima a mesa cirúrgica, criando aumento de concentração de contaminantes, nestes locais, altamente sensíveis.
A aplicação de sistemas de insuflamento pelo forro e de exaustão próximo ao piso, é o preferido pelo corpo médico da área de infectologia, pois propicia maior assepsia na mesa de operação, principalmente quando aplicado concomitantemente como insuflamento laminar e filtros HEPA ou ULPA.
As salas limpas de antigamente eram muito similares às de hoje, sendo que a principal causa dos problemas estava justamente na da limpeza do ar, através da ventilação positiva. A utilização do ar exterior também foi importante, pois reduziu a concentração dos fatores contaminantes.
Atualmente são muitos os ambientes que necessitam de condicionamento do ar de forma especial, principalmente pela qualidade requerida.
Nos hospitais, nos Centros Cirúrgicos, Centros Obstétricos, Centros de Terapia Intensiva, isolamentos de tratamento de doenças infecto-contagiosas, laboratórios de análises e de manipulação.

As indústrias microeletrônicas, são umas das mais exigentes, com relação a quantidade de partículas, exigindo um controle rígido dos níveis de possíveis contaminações, visto que na fabricação de circuitos miniaturizados, qualquer partícula, por mais insignificante que possa parecer, pode danificar componentes, interferindo fundamentalmente no padrão de qualidade.
Inúmeras vezes já foram constatados problemas sérios, causados pela má qualidade do ar interior em sistemas eletrônicos, devido a grande proliferação de microorganismos em placas, chips, circuitos, etc.
Em todos os níveis, com mais ou menos necessidade de controle de contaminação do ar interior, seja por poluentes tóxicos e perigosos, ou por sujidades simples, mas que acabam por macular os processos de fabricação de quaisquer tipos de produtos, ligados ou não diretamente ao sério problema de potencial risco à saúde pública.
Por exemplo, em muitas indústrias de equipamentos pesados, a contaminação passa a ser um problema crítico, em função dos aumentos de custos com devoluções de produtos, pois muitas peças de precisão acabam se deteriorando pela limpeza não eficiente, o que acaba por interferir na qualidade do projeto final. Note-se que neste caso, as salas limpas são também utilizadas nos departamentos de medição, de análises laboratoriais de micro componentes ou de composição de metais em geral.

Classificação das Salas Limpas
A classificação é realizada pela pureza de seu ar. O método universalmente aplicado é o da Federal Standard 209, que determina o número de partículas igual ou maior que 0,5 mm seja medido em um pé cúbico e esta contagem seja usada para classificar a sala.

Classificação Federal Standard 209 1 10 100 1.000 10.000 100.000
No. De partículas por pé cúbico ³ 0,5mm. 1 10 100 1.000 10.000 100.000

Na classificação requerida para diferentes indústrias temos, seus níveis de partículas, em função do tipo de atividade, grau de concentração.
Classe 1 - estas salas são somente usada para manufatura de circuitos integrados com desenvolvimento de geometrias sub-mícron.
Classe 10 - salas usadas para manufatura de semicondutores produzidos em larga escala, circuitos integrados com linhas menores que 2 micras.
Classe 100 - Usado quando se deseja ambientes livres de partículas e bactérias é requerida na manufatura de produtos médicos injetáveis. Requerido para operações de implantes ou transplantes cirúrgicos. Fabricação de circuitos integrados. Isolamento de pacientes imonudeprimidos e pacientes com operações ortopédicas.
Classe 1.000 - Fabricação de equipamento de alta qualidade. Montagem e teste de giroscópios de precisão. Montagem de mancais miniaturizados
Classe 10.000 - Montagem de equipamentos hidráulicos e pneumáticos de precisão, válvulas servo-controladas, dispositivos de relógios de precisão, engrenamento de alto grau.
Classe 100.000 - Trabalhos óticos em geral, montagem de componentes eletroeletrônicos, montagem hidráulica e pneumática.
Conclusão
A correta determinação das normas e da manutenção, é fundamental para a obtenção da qualidade do ar interior desejável, de maneira que atenda aos padrões requeridos para cada atividade exercida no ambiente proposto.

A limpeza das salas limpas deve ser realizada acima de tudo com profissionalismo e responsabilidade, pois é tão importante quanto as operações ali dentro realizadas.

Finalizando ressaltamos a importância da elaboração de um manual técnico operacional, para o registro das operações a serem realizadas nestes ambientes.
Temos a matéria completa sobre o assunto.
Osmar Viviani - consultor@consulimp.net

 

27

de
setembro

Método de Esterilização

ÓXIDO DE ETILENO
O óxido de etileno C2H4O é um gás incolor à temperatura ambiente, é altamente inflamável. Em sua forma líquida é miscível com água, solventes orgânicos comuns, borracha e plástico.
Para que possa ser utilizado o óxido de etileno é misturado com gases inertes, que o torna não-inflamável e não-explosivo. As misturas utilizadas são:
• Carboxide: 90% de dióxido de carbono e 10% de óxido de etileno;
• Oxifume-12: 88% de diclorofluormetano (freon) em peso e 12% de óxido de etileno;
• Oxifume-20: 80% de dióxido de carbono em peso e volume de gás e 20% de óxido de etileno;
• Oxifume-30: 70% de dióxido de carbono em peso e volume de gás e 30% de óxido de etileno.
A umidade relativa é de suma importância na esterilização por óxido de etileno. Alguns enfoques são dados a esta importância da umidade na esterilização por óxido de etileno, um deles é o fato de que o aumento da umidade relativa aumenta o poder de esterilização do óxido de etileno. Outro enfoque dado a essa importância é que ocorrem reações químicas entre o óxido de etileno e unidades biológicas, essas reações são ligações covalentes e portanto não se dissociam, para isso a ionização deve ocorrer em um solvente polar; assim a água funciona nesta reação como meio de reação ou solvente.
Um outro aspecto da importância da umidade neste tipo de esterilização é o fato de que a água e o agente esterilizante promovem reciprocamente a permeabilidade através de embalagens de filme plástico, dependendo de sua característica polar ou apolar. O óxido de etileno funciona como transportador através de filmes não polares e hidrófobos; já a água favorece a passagem de óxido de etileno através de filmes polares (celofane e poliamida por exemplo).
O óxido de etileno reage com a parte sulfídrica da proteína do sítio ativo no núcleo do microrganismo, impedindo assim sua reprodução.
A utilização do óxido de etileno na esterilização é hoje principalmente empregada em produtos médico-hospitalares que não podem ser expostos ao calor ou a agentes esterilizantes líquidos: instrumentos de uso intravenoso e de uso cardiopulmonar em anestesiologia, aparelhos de monitorização invasiva, instrumentos telescópios (citoscópios, broncoscópios, etc.), materiais elétricos (eletrodos, fios elétricos), máquinas (marcapassos, etc.), motores e bombas, e muitos outros.
Este tipo de esterilização contribui para a reutilização de produtos que inicialmente seriam para uso único, assim a prática deste tipo de esterilização evidencia vantagens econômicas, porém a segurança de se reesterilizar estes produtos ainda é questionada.
A esterilização por óxido de etileno, como os demais métodos, exige limpeza prévia do material, esta deve ser rigorosa. O acondicionamento dos produtos também é questão importante e deve ser adequado ao tipo de esterilização e ao artigo.
A esterilização é realizada em equipamento semelhante a uma autoclave e o ciclo compreende as seguintes fases:
elevação da temperatura: até aproximadamente 54oC, a eficiência da esterilização aumenta com o aumento da temperatura, diminuindo o tempo de exposição;
vácuo: de cerca de 660mmHg, assim se reduz a diluição do agente esterilizante e fornece condições ótimas de umidificação e aquecimento;
umidificação: é introduzido o vapor na câmara até atingir umidade relativa de 45 a 85%. A fase de umidificação depende do tamanho e densidade da carga;
admissão do gás: a mistura gasosa sob pressão e concentração pré-determinada é introduzida na câmara;
tempo de exposição: depende do tipo de embalagem, do volume e densidade da carga e se o esterilizador possui circulação de gás. Para esterilIzadores industriais o tempo pode variar de 3 a 16 horas;
redução da pressão e eliminação do gás: devem ser tomados cuidados para proteger os operadores do equipamento, para diminuir resíduos nos produtos e para preservar a integridade da embalagem;
aeração: este período é necessário para que o óxido de etileno residual possa ser reduzido a níveis seguros para a utilização dos artigos nos pacientes e para o manuseio pela equipe, é realizado utilizando ar quente em um compartimento fechado específico para esse fim, o tempo desse período depende da composição e tamanho dos artigos, do sistema de aeração, da forma de penetração de temperatura na câmara, do preparo e empacotamento dos artigos e do tipo de esterilização por óxido de etileno. Este período pode variar de 6 horas a 7 dias.
O óxido de etileno é irritante da pele e mucosas, provoca distúrbios genéticos e neurológicos. É um método, portanto, que apresenta riscos ocupacionais.
Existem alguns relatos de exposições agudas de humanos a altas concentrações de óxido de etileno, onde foram observadas reações como náusea, vômitos e diarréia (CAWSE et al, 1980 apud APECIH).
Há também na literatura estudos que revelam alterações no número e tipo de aberrações cromossômicas em grupos de pessoas expostas a concentrações de 1 a 40 ppm de óxido de etileno, em relação a pessoas não expostas (RICHAMOND et al, 1985 apud APECIH).
Os limites estabelecidos de tolerância ao óxido de etileno são:
- no ar, a concentração máxima para a qual pode-se ficar exposto é de 1 ppm ou 1,8 mg/m3 para um dia de 8 horas de trabalho;
- a exposição ao gás a uma concentração de 10 ppm é por, no máximo, 15 minutos.
Para se validar a esterilização por óxido de etileno, devem ser realizados testes físicos, químicos e microbiológicos.
Os testes químicos envolvem a avaliação da umidade, da concentração do óx. de etileno, da pureza do ar e do gás, dos resíduos ambientais e nos produtos após a esterilização. Os testes físicos envolvem o controle da temperatura, da pressão (positiva e negativa) e do tempo de exposição.
No teste microbiológico um indicador biológico é colocado dentro de uma seringa, com o êmbolo inserido, esta é empacotada e colocada no centro da câmara. O equipamento é então carregado normalmente.
• custo elevado;
• toxicidade;
• efeito carcinogênico, mutagênico e teratogênico;
• tempo longo de aeração, exigindo maior quantidade de material disponível para uso.
Para o manuseio de artigos esterilizados por óxido de etileno, antes de passado o período de aeração, deve-se utilizar luvas de borracha butílica. Outro cuidado importante é durante o transporte dos materiais após a esterilização, o carro de transporte deve ser puxado e não empurrado e esse transporte deve ser realizado o mais rápido possível.
No caso de ocorrência de vazamento do gás, alguns cuidados devem ser observados:
• se entrar em contato com os olhos lavar com bastante água corrente por 15 minutos;
• se cair sobre a pele lavar imediatamente com água e sabão. Isolar a roupa contaminada;
• em caso de exposição por muito tempo, levar a pessoa exposta a local arejado e administrar oxigênio se necessário.
Observação: mulheres em idade fértil e gestantes não devem realizar qualquer atividade relacionada com óxido de etileno.
Osmar Viviani   -      consultor@consulimp.net

27

de
setembro

Método de Esterilização

PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO
Definição
Peróxido de hidrogênio ou água oxigenada é um agente oxidante e a uma concentração de 3 a 6% tem poder desinfetante e esterilizante, porém pode ser corrosivo para instrumentais.
Mecanismo de ação
A ação do peróxido de hidrogênio se deve ao ataque da membrana lipídica, DNA e outros componentes das células, pelos radicais livres tóxicos que o peróxido produz. Alguns microrganismos aeróbios são capazes de produzir catalase ou superóxido dismutase, assim eles se protegem da atividade microbicida transformando o peróxido de hidrogênio em oxigênio e água. Para se evitar esse efeito o peróxido de hidrogênio utilizado para esterilização é de concentração maior e possui estabilizantes.
Indicações
Pode ser utilizado como opção para esterilização de materiais termo-sensíveis. É usado na desinfecção e esterilização de superfícies planas e sólidas, na esterilização de capilares hemodializadores, na desinfecção de lentes de contato e outros.
Está indicado na desinfecção de nebulizadores o que é feito através de nebulização de peróxido de hidrogênio a 7,5% por 30 minutos. É também utilizado para desinfecção de materiais contaminados pelo HIV, a uma concentração de 6%, numa imersão por 15 a 30 minutos.
Toxicidade
Possui baixa toxicidade uma vez que é degradado em água e oxigênio.
Cuidados no uso
• O artigo a ser esterilizado necessita de limpeza prévia;
• o produto é corrosivo, portanto necessita de cuidados no manuseio;
• a solução deve ser utilizada logo após sua preparação e armazenada protegendo-a da luz;
• não deve ser usada em artigos de cobre, zinco, alumínio e bronze.
Osmar Viviani-consultor@consulimp.net

27

de
setembro

Método de Esterilização

ÁCIDO PERACÉTICO 
Definição
Consiste em uma mistura equilibrada entre água, ácido acético e peróxido de hidrogênio. É um produto tóxico e corrosivo.
O ácido peracético age de forma semelhante aos agentes oxidantes como o peróxido de hidrogênio. Tem ação esporicida em temperaturas baixas e mesmo em presença de matéria orgânica.
Este método pode ser aplicado a artigos termo-sensíveis, porém que possam ser totalmente mergulhados no líquido. Materiais de alumínio anodizado não podem sofrer este processo de esterilização por apresentarem incompatibilidade.
Os materiais esterilizados por este meio devem ser utilizados imediatamente.
Os testes para a monitorização do processo devem incluir indicadores biológicos e funcionamento do esterilizador. Há na literatura diferentes opiniões sobre a forma de monitorização, deve-se seguir as instruções do fabricante. Cada unidade que utiliza este método que deve estabelecer procedimentos e políticas para a implementação do uso deste tipo de esterilização.
consultor@consulimp.net - Osmar Viviani

22

de
setembro

LIMPEZA POR JATEAMENTO COM GELO SECO

Jateamento com gelo seco é um sistema de limpeza industrial usado para preparar superfícies e remover contaminantes. As partículas sólidas de gelo seco são impulsionadas em alta velocidade para se obter um impacto sobre equipamento a ser limpo. Quando ocorre o impacto, as partículas não tóxicas mudam do estado sólido para o estado gasoso e assim simplesmente sublimam sem deixar resíduos, removendo os contaminantes indesejáveis da superfície, deixando-a limpa, seca e sem danos ao substrato.
Vantagens sobre outros métodos de limpeza
• Limpeza no próprio local de produção sem necessidade de desmontagem ou resfriamento do equipamento, reduzindo o tempo de parada de máquina.
• Maior rapidez no processo de limpeza com jateamento.
• Processo limpo e seco não formando resíduos secundários - partículas de gelo seco se evaporam no impacto para retirada de contaminantes.
• Por não ser um processo corrosivo e abrasivo, não danifica a superfície que esta sendo limpa, contribuindo para um aumento da vida útil do equipamento.
• Elimina os riscos ambientais pela não utilização de produtos químicos.
• Reduz os riscos a saúde dos empregados pela não exposição a solventes perigosos
• Reduz mão de obra e freqüência de manutenção.
• Reduz custos de acordo com os requisitos de segurança, saúde e meio ambiente.
• Limpa locais de difícil acesso manual.
Principais utilizações na área industrial
Indústria eletro-eletrônico
• Remoção de pintura; limpeza de circuitos eletrônicos;
• Limpeza de rotores in loco para retirada de acúmulo de óleo, graxa e grafite em motores elétricos e turbinas;
• Limpeza de peças para manutenção.
Industria de processamento de alimentos
• Remoção de resíduos carbonizados de produtos em fornos, esteiras, mixers e freezers;
• Limpeza de formas, matrizes, máquinas e equipamentos em geral;
• Limpeza de pisos, paredes, equipamentos de ventilação
• Limpeza de peças para manutenção.
Indústria gráfica
• Remoção de resíduos de tinta e cola de máquinas rotativas e planos das linhas de produção;
• Limpeza de cilindros de rotogravura;
• Limpeza de painéis de comando e circuitos elétricos das máquinas;
• Limpeza de peças para manutenção.
Indústria de fundição
• Limpeza de moldes e caixas de macho quentes e frias na remoção de resíduos e desmoldantes;
• Limpeza de prensas, fornos e outros equipamentos durante manutenção preventiva ou corretiva;
• Limpeza de cuba de misturadores e ganchos de cabides de pintura;
• Limpeza de peças para manutenção.
Indústria de pneumáticos/borracha
• Limpeza de moldes em geral muitas vezes sem necessidade de desmontagem e a elevadas temperaturas.
Industria química e petroquímica
• Limpeza de resíduos de cola e resinas acumuladas nos equipamentos,
• além de circuitos elétricos e painéis de comando.
Regiane Espindula - Auditoria da Qualidade
regiane.espindula@terra.com.br

« Posts mais novosPosts mais antigos »

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://consulimp.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.