CONSULIMP - Consultoria e Treinamento

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14

de
setembro

ESTERILIZAÇÃO POR MEIO FÍSICO

Com vapor saturado sob pressão

O processo de esterilização pelo vapor saturado sob pressão é o método mais utilizado e o que maior segurança oferece ao meio hospitalar.
O vapor pode ser obtido em vários estados físicos, sendo as mais comuns:
Vapor saturado: é a camada mais próxima da superfície líquida, encontra-se no limiar do estado líquido e gasoso, podendo apresentar-se seca ou úmida.
Vapor úmido: é normalmente formado quando o vapor carrega a água que fica nas tubulações.
Vapor super aquecido: vapor saturado submetido à temperaturas mais elevadas.
Para a esterilização o tipo de vapor utilizado é o vapor saturado seco, uma vez que o vapor úmido tem um excesso de água que torna úmidos os materiais dentro da esterilizadora; já o vapor super aquecido é deficiente de umidade necessária para a esterilização. O vapor saturado seco é capaz de circular por convecção permitindo sua penetração em materiais porosos.
A produção do vapor utilizado na esterilização requer alguns cuidados como a água utilizada para a produção do vapor, esta deve estar livre de contaminantes em concentração que possa interferir no processo de esterilização, danificar o aparelho ou os produtos a serem esterilizados.

Equipamentos
Os equipamentos utilizados para este método de esterilização são as autoclaves. Estas constituem-se basicamente de uma câmara em aço inox, com uma ou duas portas, possui válvula de segurança, manômetros de pressão e um indicador de temperatura. Elas podem ser divididas em dois tipos:
Autoclave gravitacional: o ar é removido por gravidade, assim quando o vapor é admitido na câmara, o ar no interior desta, que é mais frio (mais denso), sai por uma válvula na superfície inferior da câmara. Pode ocorrer a permanência de ar residual neste processo, sendo a esterilização comprometida principalmente para materiais densos ou porosos.
Autoclave pré-vácuo: o ar é removido pela formação de vácuo, antes da entrada do vapor, assim quando este é admitido, penetra instantaneamente nos pacotes.

consultor@consulimp.net - Osmar Viviani

10

de
setembro

EPI – Equipamento de Proteção Individual

ATENÇÃO - Luvas

Porque usar:
 Para proteção das mãos.

Como utilizar:
 Certifique-se que suas mãos estejam limpas e secas antes de
calçar;
 Remova anéis, pulseiras e relógio;
 Dobre os punhos (isto evita que produtos químicos escorram
para os braços).

Cuidados necessários:
 Lave as luvas antes de retirá-las das mãos;
 Certifique-se que o interior da luva está seco antes de reutilizá-la;
 Jamais secar próximo a fontes de calor e nem tão pouco ao sol;
 Não reutilize luvas que estejam danificadas;
 Ao final das atividades guarde-as em local adequado.

Higienização das Luvas:
• As luvas devem ser lavadas diariamente, no término do trabalho.
• Lavar as luvas nas mãos com sabão ou detergente neutro;
• Retirar lavar por dentro com sabão ou detergente neutro;
• Enxaguar bem;
• Deixar secar pelo lado contrário, sempre pendurada pelos dedos.
• Jamais secar as luvas próximas a fontes de calor.

Importante: 32% dos acidentes de trabalho no Brasil são causados nas mãos. 


MATÉRIA ENVIADA POR  Regiane Espindula -

coordenadora da qualidade
regiane.espindula@terra.com.br

 

10

de
setembro

Cloro, Hipoclorito de Sódio e Água Sanitária.

É comum a dúvida de definições entre Cloro, Hipoclorito de Sódio e Água Sanitária. Tal confusão acontece até com pessoas ligadas à indústria de cloro-soda. Por isso, resolvemos abordar nessa edição, a pedido de um de nossos leitores, a diferença entre os três produtos.
O Cloro é obtido por meio da eletrólise (decomposição de substâncias por eletricidade) da solução de Cloreto de Sódio (sal comum) e água. Sua forma inicial é de gás, mas após ser comprimido a baixa temperatura, transforma-se em um líquido claro de cor âmbar. E é nesta forma que chega às estações de tratamento de água e às industrias, que o utilizam como matéria-prima para o branqueamento de celulose, fabricação de PVC e de produtos para o tratamento de piscinas. O cloro é também utilizado como matéria-prima na produção de Cloreto de Hidrogênio, Ácido Clorídrico, Dicloroetano e Hipoclorito de Sódio.
O Hipoclorito de Sódio (“hipo”) é um produto obtido a partir da reação do cloro com uma solução diluída de soda-cáustica. O produto comercial, utilizado somente pelo setor industrial – como na fabricação de desinfetantes para indústria de alimentos -, é uma solução líquida que contém de 10% a 13% de cloro ativo.
Uma forma de expressar a concentração é, por exemplo, “13% de hipoclorito de sódio”, ou ainda dizer, “13% de cloro ativo”. Isso significa que essa solução tem “força” equivalente a essa quantidade de cloro. A confusão acontece porque o “hipo” é popularmente conhecido (erroneamente) como “cloro”.
O hipoclorito de sódio, em alta concentração, só é comercializado no atacado e chega ao consumidor doméstico somente na forma de Água Sanitária.
A Água Sanitária é uma solução que contém 2.5% de cloro ativo em água.
Assim a dona de casa que usa “Cândida”, “Globo”, ou “Q-Boa”, está utilizando água sanitária na limpeza de banheiros, desinfecção dos alimentos, limpeza da caixa d´água etc., e não “cloro”, como costuma-se ouvir. A água sanitária, mesmo sendo diluída, possui forte poder germicida.
Curiosidade: quando utilizado na desinfecção de água potável, a concentração de cloro é da ordem de 0.0002%, um percentual 12 mil e 500 vezes menor que seu teor na água sanitária.

* Atenção: a utilização de Cloro e Hipoclorito de Sódio concentrado só deve ser realizado sob a supervisão de um técnico habilitado.

Osmar Viviani   -   consultor@consulimp.net
www.consulimp.net

 

6

de
setembro

NECROTÉRIOS - RESÍDUOS

Sendo os serviços de saúde responsáveis pelo correto gerenciamento de todos os RSS por eles gerados, atendendo às normas e exigências legais, desde o momento de sua geração até a sua destinação final, nosso trabalho facilitará a redução da quantidade de sacos utilizados, colaborando inclusive para a redução da incidência de acidentes ocupacionais, dentre outros benefícios à saúde pública e ao meio ambiente.

Com relação a adequação dos resíduos, nas respectivas normas técnicas, de MANEJO, implantaremos:

1 – SEGREGAÇÃO - Consiste na separação do resíduo no momento e local de sua geração, de acordo com as características físicas, químicas, biológicas, a sua espécie, estado físico e classificação.

2 – ACONDICIONAMENTO - Consiste no ato de embalar corretamente os resíduos segregados, de acordo com as suas características, em sacos e/ou recipientes impermeáveis, resistentes à punctura, ruptura e vazamentos.

3 - IDENTIFICAÇÃO – conjunto de medidas que permite o reconhecimento dos resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecendo informações ao correto manejo dos RSS. A identificação deve estar aposta nos sacos de acondicionamento, nos recipientes de coleta interna e externa, nos recipientes de transporte interno e externo, e nos
locais de armazenamento, em local de fácil visualização, de forma indelével, utilizando-se símbolos baseados na norma da ABNT, NBR 7.500 – Símbolos de Risco e Manuseio para o Transporte e Armazenamento de Materiais, além de outras exigências relacionadas à classificação e ao risco específico de cada grupo de resíduos.

4 – TRANSPORTE INTERNO - consiste no traslado dos resíduos dos pontos de geração até o local destinado ao armazenamento temporário ou à apresentação para a coleta externa. O transporte interno de resíduos deve ser realizado em sentido único, com roteiro definido e em horários não coincidentes com a distribuição de roupas, alimentos e medicamentos, períodos de visita ou de maior fluxo de pessoas. O transporte interno de resíduos deve ser feito separadamente e em recipientes específicos a cada Grupo de resíduos. Os recipientes para transporte interno devem ser constituídos de material rígido, lavável, i

5 - TRATAMENTO - consiste na aplicação de método, técnica ou processo que modifique as características biológicas ou a composição dos RSS, que leve à redução ou eliminação do risco de causar doença. O tratamento pode ser aplicado no próprio estabelecimento gerador ou em outro estabelecimento, observadas nestes casos, as condições de segurança para o transporte entre o estabelecimento gerador e o local do tratamento. Os sistemas para
tratamento de resíduos de serviços de saúde devem ser objeto de licenciamento ambiental, por órgão do meio ambiente e são passíveis de fiscalização e de controle pelos órgãos de vigilância sanitária e de meio ambiente.

Os demais aspectos como
ARMAZENAMENTO EXTERNO, COLETA E TRANSPORTE EXTERNOS, DESTINAÇÃO FINAL, E RESPONSABILIDADES, serão apreciados e desenvolvidos conforme determinação.

Todos estes assuntos, serão implantados de acordo com a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, que poderá contar com nossa efetiva participação.
POSTADA POR OSMAR VIVIANI - consultor@consulimp.net -  www.consulimp.net

5

de
setembro

Cozinhas Industriais

As cozinhas industriais, não permitem que os auxiliares de limpeza, cuidem da higienização dos acessórios e utensílios, deixando essas tarefas a cargo dos auxiliares diretos da cozinha.

Nos locais onde se manipulam alimentos, a limpeza deve ser excelente, não existindo nenhum vestígio de sujeira, porque esta abriga micróbios (bactérias) que causam as doenças transmitidas pelos alimentos.

Para que a limpeza de uma cozinha industrial seja realizada com a máxima perfeição, devemos ter alguns cuidados especiais, utilizando produtos, acessórios e equipamentos destinados a este processo de higienização, pois isso irá inibir a formação de culturas reprodutivas de germes e bactérias. Portanto tudo que for utilizado na limpeza destes ambientes, deverá ser de uso exclusivo, e em hipótese alguma ser usado em outros ambientes.

Encontramos em uma cozinha, sujidades incrustadas, como: gorduras, restos de comida, migalhas, doces, temperos, poeira, restos de matérias primas, e uma infinidade de componentes que são sem dúvida alguma, alimentos excelentes para as bactérias, que tantas doenças causam às pessoas.

O objetivo da limpeza técnica, e restaurar os padrões de higiene e limpeza nos locais de manipulação de alimentos.

Nomenclatura usual nos serviços de limpeza de áreas de manipulação de alimentos:

Limpeza: é a eliminação de terra, restos de alimentos, pó ou outras matérias indesejáveis.

Contaminação: entende-se como a presença de substâncias ou agentes estranhos de origem biológica, química ou física, que se considere como nociva ou não para a saúde humana.

Desinfecção: é a redução, por intermédio de agentes químicos ou métodos físicos adequados, do número de microorganismos no prédio, instalações, maquinaria e utensílios, a um nível que impeça a contaminação do alimento que se elabora.

Procedimentos:

1- Varrer todo o ambiente, removendo todos os restos de alimentos e produtos.
2- Retirar todos os resíduos das lixeiras da cozinha, removendo para o local determinado, e higienizar as lixeiras, com muito sabão e desinfetante.
3- Começar a limpeza sempre pelas paredes, de cima para baixo, cuidando para não molhar as tomadas, porém deixando os rejuntes perfeitamente limpos.
4- Desengordurar e lavar os utensílios como bancadas, coifas, exaustores, pias, mesas, panelas,etc, com o auxílio das fibras de limpeza.
5- As portas e janelas pelo lado de dentro, devem ser também limpas quando da limpeza das paredes.
6- Lavar os pisos com detergente concentrado e fibras especiais, para remoção.

Osmar Viviani -  consultor@consulimp.net

5

de
setembro

LIMPEZA EM ACADEMIAS

A idéia central de que academias devem ser ambientes saudáveis e confortáveis, vincula-se aos conceitos de segurança e bem estar, que por sua vez estão intimamente ligados aos conceitos de plena higiene e limpeza.
Por isso, quando os clientes optam por uma ou outra academia, tem entre suas principais preocupações, escolher um local limpo e organizado, que são atributos indispensáveis para o bem-estar e a cultura física. Esses atributos dependem da manutenção do local, tarefa em que são considerados importantes os produtos químicos, os equipamentos e acessórios, e a mão de obra super qualificada, para a preservação dos critérios de beleza física do local, além de travarem enormes “batalhas” no combate ‘a proliferação de microorganismos.
Salientamos que a higiene e a limpeza, além de serem imprescindíveis para a segurança da saúde dos clientes, são fatores que agregam valor à freqüência da clientela, diante da competitividade. Com o aumento do número de academias e estabelecimentos congêneres, a taxa de ocupação está correlacionada ao tipo e qualidade de ambientes que esses estabelecimentos oferecem.
Importante que sejam traçados planos de trabalho, iniciando-se pelos seguintes itens:

1. Metragem das salas de espera.
2. Condições de higiene e limpeza do complexo.
3. Existência de bebedouros públicos (localização e quantidade).
4. Existência de sanitários públicos e em que quantidade.
Estes itens são fundamentais, pois nestes locais estão muitos pretensos clientes, em visita as instalações, portanto a limpeza deve ser tão eficaz quanto nos locais de uso pelos clientes ativos.
Os critérios de trabalho das equipes de higienização das academias, podem variar, porém os pontos de observação devem ser sempre avaliados e acrescidos de maiores cuidados nas inspeções rotineiras, a saber:
Verificação periódica destes pontos:

1. Em que periodicidade é realizada a limpeza e a desinfecção dos bebedouros e a troca dos seus filtros.
2. Em que periodicidade é realizada a limpeza completa e a desinfecção dos sanitários públicos.
3. No caso de academias que forneçam toalhas, como é realizada sua higienização e o que é feito com os restos de sabonete.
4. Em que periodicidade é realizada a varrição nas instalações e qual equipamento é utilizado.
5. Existência de programa especial para limpeza em dias de maior afluxo de pessoas (p.ex.: vésperas de feriados, inicio de verão, fins de semana etc.
6. Existência de lixeiras, número, tipo e qual a forma de acondicionamento do lixo após recolhimento.
7. Com relação ao depósito externo de lixo, onde está localizado, qual o tipo de construção, o tipo de revestimento de paredes e pisos, a existência de ralo, de ponto de água para higienização e dispositivos que impeçam a ocorrência de catadores, animais e proliferação vetores na área.
8. Onde é realizado o armazenamento do lixo que será recolhido. Como estão as condições de higiene do local. Quem realiza esta coleta.

Verificação de estrutura de apoio

1. Existência de equipamentos de proteção individual para o pessoal responsável pela limpeza.
2. Onde localiza-se o vestiário destes funcionários e quais instalações possui (armários, chuveiros, sanitários etc.).
3. Existência de local específico para que estes funcionários realizem suas refeições.
4. Onde este pessoal armazena o material utilizado na limpeza.
Já mencionamos a importância das instalações na preservação deste cliente, portanto, a equipe de higienização tem que ser formada por pessoas comprometidas com a qualidade em todas as fases do processo de limpeza.
Os pisos, são super avaliados, pois demonstram a higiene do local, e os riscos e manchas devem ser removidos sempre, e com eficiência. Uma das formas de preservação destes locais, é com a instalação de barreiras de contenção (capachos sintéticos), que auxiliam muito a manutenção. Está provado que eles retêm aproximadamente 60% das sujidades soltas pelo ambiente.
Ainda com relação aos pisos, se forem sintéticos para a prática de atividades esportivas, a manutenção é facilitada pois não há necessidades de produtos específicos, basta água, sabão e um desinfetante de qualidade para evitar a proliferação microbiana, proveniente de suor e de gorduras do corpo.
As áreas onde as aulas ocorrem, devem ser limpas com maior freqüência, pois entre as aulas é necessário que a equipe realize uma operação “pente fino”, limpando pisos, espelhos e instrumentos ou aparelhos, cuidando sempre para que não fiquem vestígios de suor e de gordura, que torna-se desagradável para os próximos usuários.
Um dos locais mais preocupantes das academias, são os vestiários e sanitários, onde a limpeza deve ser realizada de forma a não incomodar os freqüentadores, porém com a freqüência e a qualidade desejada.
Um dos pontos principais de higienização das academias é o que se refere aos vestiários / sanitários, sendo a limpeza um processo único, em termos de qualidade e freqüência, e só tendo o diferencial da limpeza dos armários e Box de chuveiros, demonstramos a seguir os procedimentos de higienização do sanitários com a correta operação.
Osmar Viviani - consultor@consulimp.net

5

de
setembro

Limpeza em Aeroportos e Aeronaves

Os aeroportos são equipados para atender o tráfego movimentado de passageiros, oriundos do turismo de negócios ou lazer, com áreas destinadas ao check-in, terminais separados para embarque (onde o passageiro espera o seu vôo) e desembarque (esteiras de restituição de bagagem, por exemplo), salas VIP, centros comerciais, playgrounds e outros meios de recreação infantil, lugares de cultos religiosos, museu, restaurantes, lanchonetes, etc.

Grandes terminais aeroportuários são planejados e construídos de forma a poder atender o maior número possível de passageiros, facilitando a manutenção e as operações de limpeza, tanto preventivas quanto corretivas.

A limpeza em Aeroportos, obedece a critérios e roteiros de Inspeção, de acordo com a Legislação em vigor.

Alguns ítens principais na verificação das condições de limpeza:

1. A periodicidade da desinfecção de bebedouros e a troca dos seus filtros.
2. A periodicidade da desinfecção dos sanitários de uso dos usuários.
3. Existindo chuveiros públicos, como é realizada a higienização das toalhas, o descarte dos restos de sabonete, bem como a higienização geral do ambiente.
4. A periodicidade das atividades de varrição e sistemas/equipamentos utilizados.
5. Elaboração de programas especiais para limpeza em dias de maior fluxo de pessoas (p.ex.: início e final de feriados prolongados, fins de semana etc.)
6. Existência de lixeiras, quantidade, tipo e qual a forma de acondicionamento do lixo após recolhimento.
7. Com relação ao depósito externo de lixo, onde está localizado, qual o tipo de construção, o tipo de revestimento de paredes e pisos, a existência de ralo, de ponto de água para higienização e dispositivos que impeçam a ocorrência de catadores, animais e proliferação vetores na área.
8. Onde é realizado o armazenamento do lixo que será recolhido. Como estão as condições de higiene do local. Quem realiza esta coleta.
9. Elaboração de programa de controle para impedir o trânsito livre de animais (cachorros).

Um dos itens de preocupação constante, é a observação a existência de rede pública de abastecimento de água, e caso negativo, verificar qual a origem da água utilizada tanto pelo público através de bebedouros e sanitários, quanto pelos funcionários, pare perfeita avaliação de sua qualidade.

A existência de reservatório de armazenamento de água (caixa d’água), qual volume, condições de acesso, proteção utilizada contra inundação ou infiltração, e periodicidade da realização de limpeza técnica.

Quanto as Redes de Esgotos Sanitários, cabe a verificação se o tratamento específico é realizado no local, e como é feita a retirada do esgoto das aeronaves.

Verificar se o pessoal de apoio tem o hábito do uso de equipamentos de proteção individual.
As atividades são norteadas pelo Plano de Limpeza e Desinfecção – (P.L.D.), que determina o uso correto de soluções desinfetantes, dos locais de aplicação, das dosagens e do tempo de ação dos saneantes, de modo a garantir a operacionalização dos processos de limpeza e desinfecção, definindo também as responsabilidades das empresas envolvidas na operacionalização de práticas de higienização das superfícies das aeronaves e das áreas do parque aeroportuário.
A grande preocupação nestes locais, é com os métodos de aplicação de material desinfetante, que devem obedecer rigorosamente os seguintes critérios técnicos:
MÉTODO I - Técnica de Desinfecção:
- esfregar pano limpo embebido em solução desinfetante em todas as superfícies;
- aguardar 10 minutos para ação do produto;
- enxaguar, esfregando outro pano com água limpa;
- secar com pano limpo;
- promover o descarte dos panos utilizados na operação, acondicionando-os em sacos plásticos de cor branca.
MÉTODO II - Técnica de Limpeza
- esfregar pano e/ou escova embebido na solução preparada a partir do produto, sobre as superfícies retirando os resíduos;
- secar com pano limpo;
- promover o descarte dos panos utilizados na operação, acondicionando-os em sacos plásticos de cor branca.
MÉTODO III - Técnica de Descontaminação
Esta técnica visa atender as situações em que são constatadas contaminações por fezes, urina, vômitos ou outros fluidos orgânicos.
- cobrir os locais atingidos com papel toalha;
- colocar a solução desinfetante sobre o papel toalha;
- deixar em contato por 30 minutos;
- remover os papéis colocando-os em um saco plástico de cor branca;
- recolocar a solução desinfetante na área afetada;
- aguardar mais 10 minutos;
- esfregar pano limpo embebido em solução desinfetante na área afetada;
- promover o descarte dos panos utilizados na operação acima, acondicionando-os em sacos plásticos de cor branca;
- rotular os sacos plásticos com a expressão "material contaminado";
- utilizar método II - técnica de limpeza
- esfregar pano e/ou escova, embebido na solução, sobre as superfícies retirando os resíduos;
- secar com pano limpo;
- promover o descarte dos panos utilizados na operação, acondicionando-os em sacos plásticos de cor branca.
Os Grupos de Matérias Desinfetantes, Limpadores e Descontaminantes, são divididos, com produtos e diluições de acordo com as necessidades de cada operação.

Osmar Viviani - consultor@consulimp.net

5

de
setembro

Ultraclean@ultracleanbrasil.com.br

"Tenho absoluta certeza de que os seus ensinamentos sobre limpeza técnica contribuirão bastante para todo o pessoal envolvido nas industrias em geral e principalmente naquelas de processos.
Cada vez mais o consumidor final é exigente e às indústrias cabe conquista-los, atendê-los corretamente e fidelizá-los. Isto nos leva a aplicar, sempre, a Filosofia e Programas relacionados com a Qualidade Total, em todos os passos e fazes de nossos negócios, aprimorando continuamente nossos produtos, os métodos de fabricação, métodos de limpeza, etc. encontrando soluções que consigam demonstrar que a relação Custo X Beneficios são favoraveis as indústrias e com isto tragam redução de custos e aumento da proutividade.
Sua experiência certamente esta contribuindo com todos que atuam no ramo industrial.
Parabéns!"
Osíris Rocha / Ultracleanbrasil Technologies for Savings

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