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12

de
agosto

LIMPEZA TÉCNICA-GRANALHA E OUTROS

Leito Fluidizado:

A máquina de Leito Fluidizado de Areia é uma cuba de areia que funciona a uma temperatura de 300 a 420 graus centígrados, onde a areia começa a mover-se quando alcança a temperatura especificada, através de uns compressores que injetam Ar e Gás desde o fundo da cuba.
A fricção que a areia realiza sobre a peça vai eliminando progressivamente os restos de pintura aderida.
As matérias orgânicas são absorvidas, enquanto que os gases emanados são queimados numa Câmara de Pós-Combustão que possui a cuba.
Começaram a tratar-se peças de alumínio com resultados excepcionais, e estudos realizados pelos laboratórios de diversas Universidades, indicam que o material não sofre qualquer tipo de malformação.
Forno de Pirólise com Câmara de Pós-Combustão :

Quando as tintas são duras, isto é, quando são elaboradas com componentes que podem ser agressivos para o ambiente, utiliza-se este sistema de limpeza, com o qual se assegura que não vão existir emissões de compostos voláteis.

Trata-se de um Tratamento Térmico em ausência de combustão. O forno mantém uma temperatura constante de 400 ºC. que se eleva a 900ºC. durante 2 segundos na Câmara de Pós-Combustão. Neste sistema introduz-se Água Pulverizada no Forno no instante em que se alcança a temperatura marcada, pelo qual a peça nunca chega a inflamar-se, reduzindo-se a emissão de gases poluentes.

Depois de ter extraído o cesto do forno, o operário verifica que na peça não tenham ficado zonas sem queimar, e por conseqüência a remoção residual foi completa. Para finalizar o processo, procede-se a um chamuscamento das peças depois delas terem concluído o processo de arrefecimento.
Posteriormente, verifica-se visualmente se toda a peça foi limpa uniformemente e não se produziram deformações.
Cabinas de Limpeza por Jato de Granalha e por Jato de Areia:

Para a Limpeza de Utensílios de Pintura que, devido às suas propriedades, não podem ser submetidos a altas temperaturas, as indústrias utilizam a limpeza por jatos de granalha ou de areia.
Esta técnica realiza-se numas cabines, nas quais um operador, devidamente equipado com os EPIs adequados, utiliza uns compressores que projetam partículas metálicas ou de areia, consoante a peça a tratar, e o tipo de tinta ou revestimento a ser removido.

Decapagem Química:

Os processos de pintura geram uma porcentagem relativamente elevada de peças rejeitadas no controle de qualidade por falhas de pintura. Atualmente, estas peças tornam a ser fundidas (refugos), injetadas e pintadas, ou então são rejeitadas diretamente para a sucata.

A grande maioria das indústrias desenvolveu um processo de eliminação de pintura, decapando as peças com produtos químicos, sem danificar o material de base da peça, e com completa preservação do meio ambiente. Após este processo, as peças tornam-se preparadas para a sua entrada no túnel de pintura.
Para cumprir a Política Ambiental e a Legislação vigente, as instalações industriais dispõe de sistemas de aspiração de gases, tratamento de águas de lavagem e tratamento dos decapantes químicos. 
Enviada por Regiane Espindula  - regiane.espindula@terra.com.br

Arquivado em: Sem categoria I

2 Comentários »

  1. Comentário por Bia — 12 de agosto de 2008 (21:56)

    Hummmmm!!!
    Quem pode pode né guria…
    Achei a formatação excelente e quero receber esta matéria na íntegra se puder.
    Vamos aprender muito aqui, e quero mandar algo de CIP pra ser publicado.

  2. Comentário por Regiane — 12 de agosto de 2008 (22:08)

    Pode mandar Bia!! Suas matérias serão bem vindas, sempre.
    Abraço,

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