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24

de
agosto

CARPETES - LIMPEZA

Quando for comprar um carpete, observe sempre os seguintes pontos: padrão de qualidade da fibra , tipo do carpete e o tempo que será necessário para manutenção. Os carpetes com fibras de nylon são os mais fáceis de serem mantidos. Já os carpetes e tapetes mais claros são mais problemáticos de serem limpos. Os de bouclê são muito difíceis, e os de veludo ou de pelo baixo, em geral, são mais fáceis de limpar.

A rotina da limpeza, é importantíssima na manutenção e conservação dos carpetes ou tapetes. O ideal é a aspiração diária, para a remoção de corpos indesejáveis que vão penetrando e ficando entre as fibras.

A aspiração é melhor que uma lavagem sem técnica, que molha o tapete e não retira todas as sujidades depositadas. Sempre que necessitar uma lavagem profunda, contrate alguém do ramo.

Os sistemas de impermeabilização de carpetes, são muito práticos e eficientes na manutenção da limpeza, pois previnem manchas.

A remoção imediata de substâncias derramadas é muito bem vinda, pois manchas depois de fixadas dão muito mais trabalho para sua remoção.

Em caso de vazamento de água, que atinja o carpete em grande parte, chame uma empresa especializada em manutenção e limpeza para cuidar disto, pois o carpete pode secar na superfície, mas ficar molhado na base, prejudicando sua durabilidade e beleza.

Carpetes e forrações:
• É necessário uma limpeza profunda pelo menos a cada ano, pois o acúmulo de ácaros e poeira pode causar alergias, que são mais percebidas em crianças e idosos.

• Os animais de estimação, como cães e gatos pode agravar problemas nos carpetes. Cuidado com infestações de pulgas

• O sol e ventilação auxiliam a higiene do carpete, embora possam desbotá-lo.

• As manchas devem ser tratadas imediatamente após ocorrerem. Uma providência muito eficaz, é absorver os resíduos na hora, com papel macio, e usar como pronto socorro uma solução de 1 litro de água e 250 ml de vinagre branco, fazendo aplicações até o desaparecimento das manchas, e enxugando somente com pressão, sem esfregar.
Dicas de Manutenção e Limpeza

Pode parecer óbvio mas é o mais importante nos casos de coisas que caem e que podem virar manchas:

- Se for líquido: absorva imediatamente com papel absorvente;

- Se for sólido: raspe, não esfregue.

- Nos dois casos, sempre limpe das bordas para o centro das manchas.

- Não use tira-manchas antes de limpar bem os resíduos.

- Para manchas novas: passe água mineral, deixe ficar alguns segundos depois seque com uma esponja.

- Para manchas antigas a fórmula é: duas colheres de sopa de detergente, três de vinagre em um litro de água morna. Vá passando e tirando embebendo em pano limpo, até que fique bem seco.

- Para qualquer desses casos, depois da limpeza, cubra a área afetada com uma toalha limpa colocando um livro pesado e vá trocando por toalhas secas.
Mais Dicas

• Um bom removedor instantâneo é a espuma de barbear. Depois, lave com água natural ou cristal e seque com papel absorvente.

• Para consertar a parte queimada, tire alguns pêlos não afetados do tapete com um estilete ou pinça. Vire o tapete e recoloque os pêlos tirados por entre a tela-base do tapete na área queimada. Passe muita cola (de preferência látex), cubra com um lenço de papel com um peso por cima. Demorará para secar, mas o resultado será melhor.

• Nos tapetes ou carpetes achatados por móveis pesados, use o vapor de um ferro de passar roupas sem encostá-lo e escove com força.

• Caiu vinho tinto? Pode achar estranho: limpe com vinho branco!

• Se grudar goma de mascar, passe um cubo de gelo até que fique duro e quebre. Depois um removedor de manchas para dar o acabamento.

• Se cair cola, experimente amolecê-la colocando no lugar um pano embebido no vinagre.

Manchas esferográficas: coloque spray de cabelo na mancha e deixe secar e depois escove lentamente com uma solução de água e vinagre.
Programa de Manutenção:

O que determina um programa de manutenção é o nível de qualidade de limpeza que se deseja em relação ao plano de limpeza estabelecido. O programa completo de manutenção de carpetes, prevê o uso de barreiras de contenção (capachos) e várias técnicas de aspiração.
Osmar Viviani – consultor@consulimp.net

12

de
agosto

Limpeza de Monumentos ou Obras de Arte em Pedras -

No âmbito das operações de restauração e conservação, realizadas em obras de arte com interesse histórico e/ou artístico, a limpeza representa uma fase particularmente delicada na metodologia do trabalho, pela dificuldade na preservação destes locais.

Os produtos, acessórios, equipamentos e processos técnicos, no segmento da limpeza das superfícies de pedra, têm sofrido profundas alterações nos últimos anos.

O controle, a seletividade e a avaliação preventiva, dos efeitos produzidos durante os processos de limpeza em monumentos ou obras de arte em pedra, bem como a inocuidade para o trabalhador, para o ambiente, ou para o objeto são condições básicas, todas igualmente necessárias, para a adoção de sistemas de limpeza com características capazes de coordenar estas diversas exigências.

A limpeza a laser, consiste na remoção da camada de sujidade depositada no material, através de impulsos de radiação eletromagnética.
Entre os fatores que determinam a ação de limpeza contam-se:

• o comprimento de onda da radiação emitida pelo laser;

• a densidade de potência de cada impulso;

• a freqüência de repetição de cada disparo.

O comprimento da onda emitida pelo laser deve ser absorvido pela camada superficial de sujidade, mas refletida pelo substrato pétreo, para garantir seletividade, auto limitação e não alteração das características físico - químicas do material subjacente.

A possibilidade de interação entre as superfícies e os materiais, que o laser permite, através de apenas um raio luminoso, e sem qualquer ação mecânica, apresenta vantagens extremamente interessantes no campo da limpeza de superfícies arquitetônicas e, em geral, no restauro das obras de arte.

O processo de limpeza consiste na absorção do material a ser retirado como sujidade pelo feixe laser, e na sua remoção por vaporização ou ablação sem contudo interagir com o suporte.
No âmbito de uma intervenção de restauro, a limpeza não é apenas a primeira fase com que o restaurador se confronta, sendo, sobretudo essencial para melhorar a legibilidade da superfície da obra de arte ou, se mal realizada, para a alterar até de forma irreversível.

A decisão de uma operação de recuperação e limpeza de uma obra de arte, é precedida por um vasto conjunto de considerações técnicas e artísticas, mas sobretudo por uma constatação ligada diretamente à leitura do aspecto da obra de arte.

As atuais metodologias de restauração e limpeza o abandonaram definitivamente as limpezas drásticas realizadas até o início do século, e foram conduzidas pela constante atenção à conservação daquela película que se forma sobre a superfície, devido ao envelhecimento natural do material.

A partir da 2ª Guerra Mundial, é também inegável um agravamento das condições gerais das obras de arte em pedra, devido ao aumento sensível da poluição atmosférica.

A sujidade provocada pelos vários combustíveis fósseis e pelos gases atmosféricos forma típicas incrustações negras e homogêneas sobre a pedra, as quais, segundo a duração da exposição, as condições ambientais, os fluxos de ar e outros efeitos micro climáticos, podem variar de espessura entre alguns mícrons até alguns milímetros.

Este fenômeno de degradação dos monumentos, indubitavelmente acelerado pela revolução industrial, mas já presente e conhecido em épocas precedentes, aumentou devido à poluição urbana e ao tráfico urbano. O dióxido de enxofre, na presença do monóxido de carbono emitido pelos automóveis, do ozônio e dos efeitos catalíticos ligados a água da chuva, a umidade e a temperatura, converte-se essencialmente em ácido sulfúrico e em enxofre. Da mesma forma, os dióxidos de azoto transformam-se em ácido nítrico. Estes ácidos decompõem estruturalmente o mármore e a pedra calcária, convertendo o carbonato de cálcio em sulfato de cálcio (gesso) e em nitratos compostos, que são muito mais solúveis do que a pedra original e que são lavados pela ação da água da chuva.

Neste contexto, o laser, com a tecnologia que lhe está associada, é já conhecido há algum tempo. O estado de conservação de muitas pinturas e estátuas famosas foi analisado com sucesso através de técnicas de interferometria holográfica; estes sistemas de diagnóstico prevêem uma ausência total de contacto com o objeto em questão e assim tiveram uma quase total liberdade de difusão.

A limpeza a laser funciona bem, sobretudo, sobre pedras claras incrustadas com camadas de material escuro, provocado principalmente pela atmosfera e pelos fenômenos de sujidade anteriormente descritos.

Com efeito, essas camadas absorvem fortemente as radiações laser enquanto que o material subjacente reflete a sua maior parte. A eficácia deste método, em relação à limpeza, ou ao estado de conservação da pedra original, está associada com o ponto de fusão relativo e com o coeficiente de absorção das radiações laser pela crosta suja relativamente ao substrato original.

Estes parâmetros são influenciados por uma série de importantes fatores, tais como a cor, a porosidade, a dureza dos materiais do objeto, a espessura e a densidade das incrustações e, claramente, o tipo de laser utilizado.

Normalmente é preferível trabalhar-se com impulsos longos em pedras não perfeitamente compactas e friáveis, tais como arenitos, enquanto que os suportes pétreos em mármore se prestam melhor a serem tratados com impulsos curtos.

Sob um ponto de vista estritamente técnico, torna-se, de qualquer forma, difícil fornecer uma receita válida para todas as situações. Com efeito, não é possível indicarem-se combinações “pedra – incrustação” de referência, dado que, sobre a mesma obra de arte, a espessura da crosta de sujidade e o estado de conservação do suporte subjacente variam de local para local.

Em qualquer caso, a atenção e a experiência do restaurador têm um papel determinante na limpeza com o laser, tal como em todas as operações de conservação. Esta técnica parece logicamente indicada sobretudo para a sua utilização sobre superfícies de particular valor, mesmo na presença de situações especialmente difíceis, devido ao alto risco de danos. Especialmente na presença de superfícies particularmente frágeis ou desagregadas, onde as outras técnicas convencionais são extremamente limitadas, se aplicáveis, o laser trabalha sem exercer qualquer ação mecânica e permite uma boa intervenção de limpeza em condições de segurança, sem a consolidação prévia do suporte incoerente.
Com efeito, a idéia extremamente fascinante de se utilizar um processo físico, sem contacto, para a limpeza de superfícies de caráter artístico, foi claramente limitada na fase inicial às incrustações escuras depositadas nos substratos pétreos claros. O conhecimento mais completo dos processos envolvidos já não limita a utilização desta técnica sobre a pedra.

No seu profissionalismo, a pessoa dedicada à conservação está, sem dúvida, atenta a todos os desenvolvimentos tecnológicos que a possam auxiliar no seu trabalho, enquanto os especialistas do campo laser recebem dela o positivo enriquecimento humanístico à sua atividade essencialmente técnica.

O encontro entre estas diferentes mentalidades, ainda que seja problemático e complexo, é rico em interessantes resultados e pode revelar, no futuro próximo, evoluções cada vez mais interessantes.
Osmar Viviani - consultor@consulimp.net

12

de
agosto

LIMPEZA TÉCNICA-GRANALHA E OUTROS

Leito Fluidizado:

A máquina de Leito Fluidizado de Areia é uma cuba de areia que funciona a uma temperatura de 300 a 420 graus centígrados, onde a areia começa a mover-se quando alcança a temperatura especificada, através de uns compressores que injetam Ar e Gás desde o fundo da cuba.
A fricção que a areia realiza sobre a peça vai eliminando progressivamente os restos de pintura aderida.
As matérias orgânicas são absorvidas, enquanto que os gases emanados são queimados numa Câmara de Pós-Combustão que possui a cuba.
Começaram a tratar-se peças de alumínio com resultados excepcionais, e estudos realizados pelos laboratórios de diversas Universidades, indicam que o material não sofre qualquer tipo de malformação.
Forno de Pirólise com Câmara de Pós-Combustão :

Quando as tintas são duras, isto é, quando são elaboradas com componentes que podem ser agressivos para o ambiente, utiliza-se este sistema de limpeza, com o qual se assegura que não vão existir emissões de compostos voláteis.

Trata-se de um Tratamento Térmico em ausência de combustão. O forno mantém uma temperatura constante de 400 ºC. que se eleva a 900ºC. durante 2 segundos na Câmara de Pós-Combustão. Neste sistema introduz-se Água Pulverizada no Forno no instante em que se alcança a temperatura marcada, pelo qual a peça nunca chega a inflamar-se, reduzindo-se a emissão de gases poluentes.

Depois de ter extraído o cesto do forno, o operário verifica que na peça não tenham ficado zonas sem queimar, e por conseqüência a remoção residual foi completa. Para finalizar o processo, procede-se a um chamuscamento das peças depois delas terem concluído o processo de arrefecimento.
Posteriormente, verifica-se visualmente se toda a peça foi limpa uniformemente e não se produziram deformações.
Cabinas de Limpeza por Jato de Granalha e por Jato de Areia:

Para a Limpeza de Utensílios de Pintura que, devido às suas propriedades, não podem ser submetidos a altas temperaturas, as indústrias utilizam a limpeza por jatos de granalha ou de areia.
Esta técnica realiza-se numas cabines, nas quais um operador, devidamente equipado com os EPIs adequados, utiliza uns compressores que projetam partículas metálicas ou de areia, consoante a peça a tratar, e o tipo de tinta ou revestimento a ser removido.

Decapagem Química:

Os processos de pintura geram uma porcentagem relativamente elevada de peças rejeitadas no controle de qualidade por falhas de pintura. Atualmente, estas peças tornam a ser fundidas (refugos), injetadas e pintadas, ou então são rejeitadas diretamente para a sucata.

A grande maioria das indústrias desenvolveu um processo de eliminação de pintura, decapando as peças com produtos químicos, sem danificar o material de base da peça, e com completa preservação do meio ambiente. Após este processo, as peças tornam-se preparadas para a sua entrada no túnel de pintura.
Para cumprir a Política Ambiental e a Legislação vigente, as instalações industriais dispõe de sistemas de aspiração de gases, tratamento de águas de lavagem e tratamento dos decapantes químicos. 
Enviada por Regiane Espindula  - regiane.espindula@terra.com.br

11

de
agosto

AÇO INOX - LIMPEZA E MANUTENÇÃO

O Aço Inox e material de fácil conservação, e por intermédio da limpeza adequada e periódica as características originais ficam preservadas, aumentando ainda mais sua vida e aparência bonita.
A limpeza é essencial para obter a máxima resistência à corrosão dos aços inoxidáveis. Mas lembre-se: o segredo da sua limpeza e manutenção está no uso de produtos e procedimentos corretos e no cuidado com que você trata o produto.

Mesmo no caso de sujeirinhas mais resistentes, experimente começar a limpeza com o método mais suave. Seja paciente e repita a operação um número razoável de vezes, antes de recorrer aos métodos de limpeza mais severos.
Os melhores produtos para conservar o aço inox são a água, o sabão, os detergentes suaves e neutros e os removedores a base de amônia, diluídos em água morna, aplicados com um pano macio ou uma esponja de nylon. Depois o enxágüe deve ser com água morna em abundancia, e seca com um pano branco e macio. O processo de secagem é importante pois evita o surgimento de manchas na superfície do local limpo.

A limpeza de manutenção ou rotina pode ser realizada em máquinas de lavar pratos, porem quando o nível de sujidade aderida for grande, o ideal e uma pré-lavagem. A limpeza de rotina remove as sujidades simples, e a freqüência com que e realizada acaba por remover também as mais incrustadas, fazendo com que as manchas da superfície do aço desapareçam.

Se a limpeza de rotina não for adequada, pode ser usada uma pasta com bicarbonato de sódio, dissolvido em álcool doméstico, esfregando com um pano macio ou esponja de nylon, da maneira mais suave possível, no sentido do acabamento polido. Não esfregue em movimentos circulares, enxágüe com água morna em abundancia, e seque com pano branco e macio.

Dicas mais comuns

Gordura e similares: Remova os depósitos com toalha de papel. Em seguida mergulhe a peça em uma solução morna de detergente ou amônia. Depois siga os procedimentos da limpeza de rotina.

Marcas de dedos: Remova com toalha de papel umedecidos em álcool isopropílico (encontrado em farmácias de manipulação). Aplique um polidor doméstico à base de cera ou vaselina líquida sobre a superfície limpa e seca.

Etiquetas adesivas: Descole o máximo que puder. Mergulhe a peça em água morna e esfregue com um pano macio. Se o adesivo persistir, seque e esfregue suavemente com álcool ou solvente orgânico. Mas cuidado: nunca raspe a superfície do aço inox com lâminas, espátulas ou abrasivos grossos.

Ferrugem: Tais manchas, com uma auréola em seu contorno, indicam que algum fragmento de aço comum ficou agarrado à superfície do aço inox. Com um cotonete embebido em água e ácido nítrico a 10% faça aplicações tópicas, mantendo o local umedecido durante 20 a 30 minutos, repetindo a operação se necessário. Manchas mais acentuadas exigirão que se esfregue vigorosamente a superfície manchada com uma pasta feita com abrasivo doméstico fino (sapólios cremosos), água e ácido nítrico a 10%, utilizando uma fibra de polimento. O tratamento com ácido, deverá sempre ser seguido de um enxágüe em solução de amônia ou de bicarbonato de sódio e limpeza de rotina.

Matéria enviada por Regiane Espindula - regiane.espindula@terra.com.br

11

de
agosto

Limpeza e higienização de bebedouros

Saiba como executar a limpeza de bebedouros tipo pressão (sem garrafão).

Materiais e equipamentos necessários:

• Cloro ( de 2.0 a 2,5%) – Um parte de cloro para quatro de água.

• Detergente Neutro, Diluído de acordo com as instruções do fabricante .

• Esponja macia.

• Polidor de metais.

• Pano de Algodão, na cor Verde Claro

• Luva de látex

• 2 Frascos pulverizadores, contendo soluções de Detergente e Cloro respectivamente.

• Placa de Sinalização de “Equipamento em Manutenção”
Procedimento seqüencial:

1 - Reunir o material necessário para execução da atividade.

2 - Sinalizar o local com a placa de “Equipamento em Manutenção”.

3 - Desligar o bebedouro antes de iniciar a atividade de limpeza e higienização.

4 - Iniciar a limpeza da parte de cima do bebedouro, pulverizar detergente neutro executando a limpeza com a esponja macia, priorizando bicos, e, sempre utilizando a própria água do bebedouro, para concluir a limpeza.

5 - Fazer Sucção para desentupir o ralo do bebedouro.

6 - Secar com pano de limpeza.

7 - Aplicar solução de cloro, priorizando novamente os bicos, executando a higienização com a esponja macia.

8 - Providencie novo enxágüe com a própria água do bebedouro e NÃO SECAR.

9 - Iniciar a limpeza da parte de baixo com aplicação do detergente neutro para desengordurar.

10 - Secar com pano de limpeza e em seguida aplicar polidor de metais para concluir a limpeza.

11 - Ligar o Bebedouro na toma e liberar a área recolhendo os materiais e equipamentos de limpeza.

Observações Importantes:

• Sempre desligar o bebedouro antes de iniciar as atividades de limpeza e higienização.

• Após a limpeza da parte superior, não secar em hipótese alguma.

A água utilizada para a limpeza, deverá ser somente a do bebedouro.

Matéria enviada por Regiane Espindula - regiane.espindula@terra.com.br

5

de
agosto

Cozinhas Industriais

As cozinhas industriais, não permitem que os auxiliares de limpeza, cuidem da higienização dos acessórios e utensílios, deixando essas tarefas a cargo dos auxiliares diretos da cozinha.

Nos locais onde se manipulam alimentos, a limpeza deve ser excelente, não existindo nenhum vestígio de sujeira, porque esta abriga micróbios (bactérias) que causam as doenças transmitidas pelos alimentos.

Para que a limpeza de uma cozinha industrial seja realizada com a máxima perfeição, devemos ter alguns cuidados especiais, utilizando produtos, acessórios e equipamentos destinados a este processo de higienização, pois isso irá inibir a formação de culturas reprodutivas de germes e bactérias. Portanto tudo que for utilizado na limpeza destes ambientes, deverá ser de uso exclusivo, e em hipótese alguma ser usado em outros ambientes.

Encontramos em uma cozinha, sujidades incrustadas, como: gorduras, restos de comida, migalhas, doces, temperos, poeira, restos de matérias primas, e uma infinidade de componentes que são sem dúvida alguma, alimentos excelentes para as bactérias, que tantas doenças causam às pessoas.

O objetivo da limpeza técnica, e restaurar os padrões de higiene e limpeza nos locais de manipulação de alimentos.

Nomenclatura usual nos serviços de limpeza de áreas de manipulação de alimentos:

Limpeza: é a eliminação de terra, restos de alimentos, pó ou outras matérias indesejáveis.

Contaminação: entende-se como a presença de substâncias ou agentes estranhos de origem biológica, química ou física, que se considere como nociva ou não para a saúde humana.

Desinfecção: é a redução, por intermédio de agentes químicos ou métodos físicos adequados, do número de microorganismos no prédio, instalações, maquinaria e utensílios, a um nível que impeça a contaminação do alimento que se elabora.

Procedimentos:

1- Varrer todo o ambiente, removendo todos os restos de alimentos e produtos.
2- Retirar todos os resíduos das lixeiras da cozinha, removendo para o local determinado, e higienizar as lixeiras, com muito sabão e desinfetante.
3- Começar a limpeza sempre pelas paredes, de cima para baixo, cuidando para não molhar as tomadas, porém deixando os rejuntes perfeitamente limpos.
4- Desengordurar e lavar os utensílios como bancadas, coifas, exaustores, pias, mesas, panelas,etc, com o auxílio das fibras de limpeza.
5- As portas e janelas pelo lado de dentro, devem ser também limpas quando da limpeza das paredes.
6- Lavar os pisos com detergente concentrado e fibras especiais, para remoção.

Atenção:

- A cozinha deve ter uma torneira do tipo “jardim”, com rosca para a ligação de uma mangueira, a fim de facilitar sua higienização.

- A cozinha engordurada, deve ser limpa sempre, para evitar que a gordura fique incrustada, o que acarretaria uma operação cada vez mais difícil para sua completa remoção.

- Os restos de comida, devem ser sempre varridos e nunca abandonados, principalmente nos cantinhos de difícil acesso, pois alimentam bactérias e também propiciam o surgimentos de insetos, e roedores.

- Uma observação muito importante, é sobre o uso do pano de chão, que é um acessório que além de não limpar a cozinha, ainda espalha a sujeira, sem removê-la, servindo para juntar bactérias que contaminam o ambiente.

- Se a cozinha é profissional, use produtos profissionais. Produtos domésticos não proporcionam o mesmo êxito, e não são econômicos.

- As lixeiras do ambiente da cozinha, devem estar permanentemente tampadas, para evitar a proliferação de bactérias e a formação de focos de insetos.

- O uso de uma lixeira de pedal, é viável, pois o manipulador de alimentos
como sempre estão acima dos alimentos, os resíduos podem cair sobre eles.

- Os panos de limpeza, são os maiores focos de contaminação das cozinhas. Os “paninhos” vão sendo usados e lavados uma infinidade de vezes. O procedimento correto seria o uso de panos descartáveis, e em alguns casos, o uso de toalhas de papel.

- Os prédios e instalações deverão ser de tal maneira que impeçam a entrada ou abrigo de insetos, roedores e/ou pragas e de contaminantes ambientais, tais como fumaça, poeira, vapor e outros.

- Os prédios e instalações deverão ser de tal maneira que permitam separar, por dependência, divisória e outros meios eficazes, as operações susceptíveis de causar contaminação cruzada.

- Os pisos deverão ser de materiais resistentes ao impacto, impermeáveis, laváveis a antiderrapantes não podendo apresentar rachaduras, e devem facilitar a limpeza e a desinfecção. Os líquidos deverão escorrer para os ralos (sifonados ou similares), impedindo a acumulação nos pisos.

- As paredes deverão ser construídas e revestidas com materiais não absorventes e laváveis e apresentar cor clara. Até uma altura apropriada para as operações deverão ser lisas, sem fendas, e fáceis de limpar e desinfetar. Os ângulos entre as paredes entre as paredes e o pisos, e entre as paredes e os tetos ou forros, deverão ser de fácil limpeza.

-Portas, escadas de mão, estruturas metálicas auxiliares, monta-cargas, plataformas, deverão ser de material não absorvente e de fácil limpeza.

-Vestiários, sanitários e banheiros: todos os estabelecimentos deverão estar, convenientemente situados, garantindo a eliminação higiênica das águas residuais. Estes locais deverão estar bem iluminados ventilados e não poderão ter comunicação direta com as áreas onde os alimentos são manipulados. Junto aos sanitários e localizadas de tal maneira que o pessoal tenha que passar junto a elas quando retornar em área de manipulação, devem existir pias com água fria ou fria e quente, providas de elementos adequados à lavagem das mãos e meios higiênicos conveniente para secá-las. Não se permitirá o uso de toalhas de pano. No caso do uso de toalhas de papel deverá haver, em número suficiente, porta-toalhas e recipientes coletores. Deverão ser colocados avisos nos quais se indique que o pessoal deve lavar as mãos depois de usar as mencionadas dependências.

- Instalações de limpeza e desinfecção: quando for o caso, deverão existir instalações adequadas para a limpeza e desinfecção dos utensílios e equipamentos de trabalho. Estas instalações deverão ser construídas com materiais resistentes a corrosão, que possam ser limpos com facilidade e deverão, ainda, estar providas de meios adequados para o fornecimento de água fria ou fria e quente em quantidade suficiente.

- Todos os produtos de limpeza e desinfecção deverão ter seu uso aprovado previamente pelo controle da empresa, identificados e guardados em local adequado, fora das áreas de manipulação de alimentos. Ademais deverão ter uso autorizado pelos demais órgãos componentes.
- Para impedir a contaminação dos alimentos, toda área de manipulação de alimentos, os equipamentos e utensílios, deverão ser limpos com a freqüência necessária e desinfetados sempre que as circunstancias assim o exijam.

- Deve-se dispor de recipientes adequados, em número e capacidade, necessários para depósitos de dejetos e/ou materiais não comestíveis.

- Devem ser tomadas precauções adequadas para impedir a contaminação dos alimentos quando as dependências, os equipamentos e utensílios forem limpos ou desinfetados com água e detergentes, ou com desinfetantes ou soluções destes.

- Os detergentes e desinfetantes devem ser convenientes para o fim pretendido, devendo ser aprovados pelo organismo oficial competente. Os resíduos destes agentes que permaneçam em superfícies susceptíveis de entrar em contato com alimentos, devem ser eliminados mediante lavagem minuciosa, com água potável antes que as áreas e os equipamentos voltem a ser utilizados para a manipulação de alimentos.

- Deverão ser tomadas precauções adequadas: em termos de limpeza e desinfecção, quando se realizarem operações de manutenção geral e/ou especifica em qualquer local do estabelecimento, equipamentos, utensílios ou qualquer elemento que possa contaminar o alimento.

- Imediatamente após o término da jornada de trabalho, ou quantas vezes seja necessário, deverão ser rigorosamente limpos o chão, incluídos os condutos de escoamento de água, as estruturas de apoio e as paredes das áreas de manipulação de alimentos.

- Os vestiários, sanitários e banheiros deverão estar permanentemente limpos.

- As vias de acesso e os pátios que fazem parte da área industrial deverão estar permanentemente limpos.

Matéria escrita por Osmar Viviani - consultor@consulimp.net

3

de
agosto

Limpeza Técnica

A Limpeza Técnica é, normalmente, realizada em locais importantes, e tem como função principal remover resíduos que possam interferir na qualidade final de produtos em geral.

Atualmente a exigência da limpeza técnica, tanto superficial quanto interna de componentes utilizados na montagem de sistemas industriais, para utilização em processos mais críticos como os equipamentos da indústria farmacêutica, alimentícia, eletrônica, metalúrgica, têxtil e outras, faz com que os processos de limpeza e sanitização antes e no decorrer dos trabalhos nas linhas de fabricação, sejam rigorosamente submetidos à verificação e validação.

Higiene técnica é uma necessidade que só entendemos quando verificamos que a validação dos sistemas de qualidade, e dos padrões de exigência dos consumidores, tende a equivaler com os critérios da própria fabricação.
Com um sistema de limpeza adequado, podemos evitar que partículas indesejáveis possam comprometer os principais fundamentos da qualidade de um produto, ou seja, com uma boa sanitização não teremos sólidos em suspensão que poderão comprometer o aspecto visual do produto ou mesmo por longo período, quando exposto, comprometer seriamente seu sabor, e qualidades originais.

Assim cada vez mais os grandes, médios e pequenos fabricantes, estão comprometidos em desenvolver processos de limpeza com alta tecnologia, direcionada exclusivamente para a qualidade do produto final, sabendo também que com uma escolha adequada, estará além de obter um ótimo produto, aumentar a vida útil de todos os equipamentos e acessórios de seu sistema de produção.

Autor: Osmar Viviani

 

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